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Um superbólido atravessou os céus do Rio Grande do Sul, na madrugada da última segunda-feira (28). De acordo com os astrônomos, esse grande meteoro, brilhante e explosivo, é o maior registrado na região desde outubro de 2020.
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A rocha espacial brilhou tanto durante a sua passagem que chegou até mesmo a emitir mais luz que a Lua e clareou a madrugada por alguns instantes. Todo o trajeto do objeto cósmico levou 1,8 segundos, até explodir. Por enquanto, não há nenhum registro de fragmentos no solo.
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As câmeras do Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara (RS), registraram o momento da passagem do meteoro. De acordo com o professor Carlos Fernando Jung, que é proprietário do observatório e diretor da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon) na região Sul, o superbólido é integrante da chuva de meteoros “November eta Virginids”, que fica ativa nesta época, na constelação de Virgem.
Pelo menos 21 cidades brasileiras, em quatro estados, declararam ter visto o superbólido nos céus. Dentre elas estão: Bento Gonçalves, Canela, Caxias do Sul, Farroupilha, Gramado, Nova Petrópolis, Portão, Taquara e Vacaria, todas no Rio grande do Sul; Balneário Gaivota, Chapecó, Meleiro, Monte Castelo, Morro Grande, Tangará, Timbé do Sul e Turvo, em Santa Catarina; Araçoiaba da Serra, Olímpia e São José dos Campos, em São Paulo; e São José dos Pinhais, no Paraná.
Bólido ou Fireball: qual é a diferença?
O que determina se uma rocha espacial será considerada uma fireball ou um bólido é sua intensidade e comportamento, já que em ambos os casos o material é o mesmo. Uma fireball é um corpo bem grande e brilhante; já um bólido, além de ser muito luminoso, deixa uma trilha ionizada duradoura por onde passa e, por fim, explode.
Dependendo de certas condições — como tamanho, composição e ângulo de entrada —, pequenas partes desses corpos rochosos podem sobreviver ao processo de passagem na atmosfera e, nesse caso, pode haver alguns fragmentos esquecidos no solo – os famosos meteoritos.
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