O carregador por indução foi criado na década de 90, embora tenha sofrido uma adaptação recente para atender aos smartphones. Desde então, a tecnologia tem conquistado cada vez mais adeptos em virtude da ausência de fios e da praticidade de recarregar os celulares apenas pela aproximação.

Contudo, nem todos os aparelhos de telefone estão habilitados para este tipo de carregamento, o que acaba dificultando a adesão da tecnologia por alguns usuários. Modelos de smartphones mais modernos, como o iPhone 12 da Apple, já vem com a tecnologia instalada para uso. Confira mais informações a seguir.

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Como o carregamento funciona?

Carregador sem fio da Tesla custa muito caro
Divulgação: Tesla

O aparelho ficou popularmente conhecido como “sem fio” porque não há a necessidade de conectar nada no smartphone: você o apoia na base de indução e espera a bateria do celular carregar. Em contrapartida, o carregador precisa estar conectado a uma tomada para funcionar, pois é de lá que o apetrecho irá puxar a energia elétrica e transmiti-la ao celular.

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E falando em energia elétrica, saiba que a construção do carregador por indução é bastante curiosa. De forma mais simplificada, o item absorve a energia da tomada, a envia para uma bobina de indução eletromagnética e esta cria um campo magnético, o qual envia os sinais elétricos para o smartphone como se fosse uma antena. O celular só consegue recepcionar estes sinais porque ele também hospeda uma bobina eletromagnética em seu interior.

Logo, os modelos de telefone que não detém uma bobina não devem funcionar para o carregamento por indução.

Qual a vantagem do carregamento por indução?

A principal vantagem é a praticidade, porque além de ser um aparelho pequeno, ele pode carregar vários dispositivos ao mesmo tempo, como smartphone e smartwatch. Tudo depende do tamanho da base de carregamento e se o modelo é indicado para recarregar mais de um dispositivo ao mesmo tempo.

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