Roubos e furtos de motos sobem em SP; confira quais são as mais visadas

A Honda CG 160 foi a moto mais roubada e furtada em SP no ano passado
Gabriel Sérvio
Gabriel Sérvio, editado por Bruno Capozzi 16/03/2023 15:04, atualizada em 16/03/2023 16:44
Roubos e furtos de motos
Imagem: Try_my_best/Shutterstock

No ano passado, o estado de São Paulo registrou quase 40 mil roubos e furtos de motos — ao todo, foram 39.368 ocorrências. Como comparativo, esse resultado representa um salto de 28,55% acima do visto no ano anterior (30.625 casos).

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O que o motociclista precisa saber

  • O resultado atual corresponde a praticamente mais 9 mil motocicletas roubadas ou furtadas no estado.
  • Se engana quem pensa que os modelos mais caros e sofisticados são os mais atraentes para os criminosos.
  • As motocicletas mais visadas são as que têm menos cilindradas e valem em média menos de R$ 20 mil no mercado. 
  • A simplicidade da construção dessas motos acaba facilitando a tarefa dos desmanches irregulares.
  • Como há muitas unidades nas ruas, a demanda por peças também está sempre em alta, mantendo o ciclo de roubo e desmanche operando.
  • No ranking a seguir, outro dado que vale ser destacado é que a maioria das motos mais visadas são usadas diariamente por trabalhadores que atuam no ramo de entregas.
Honda CG 160 foi a moto mais roubada e furtada em 2022 em SP.
Honda CG 160 foi a moto mais roubada e furtada em 2022 em SP. Imagem: Divulgação/Honda

Leia mais:

Motos mais visadas em 2022

  1. Honda CG 160 (10.712 unidades) 
  2. Honda CG 150 (3.621 unidades)
  3. Honda CG 125 (2.761 unidades)
  4. Honda CBX 250 Twister (2.137 unidades)
  5. Yamaha Fazer 250 (2.004 unidades)
  6. Honda XRE 300 (1.643 unidades)
  7. Honda PCX 150 (1.612 unidades)
  8. Honda Biz (1.082 unidades)
  9. Honda NXR 160 Bros (737 unidades)
  10. Honda CB 300 (734 unidades)

As informações citadas acima são de um levantamento feito pela empresa de rastreamento veicular Ituran, baseado em informações oficiais da SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública).

Ainda segundo o estudo, os roubos de motos de baixa cilindrada costumam acontecer em horário comercial e durante a semana, já que esse é o período do dia em que a maioria delas está trafegando nas vias. Já os donos de motos de passeio maiores, mais potentes e mais caras costumam ser abordados por criminosos à noite.

Imagem principal: Try_my_best/Shutterstock

Com informações do Uol

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Gabriel Sérvio
Gabriel Sérvio

Gabriel Sérvio é formado em Comunicação Social pelo Centro Universitário Geraldo Di Biase e faz parte da redação do Olhar Digital desde 2020.

Bruno Capozzi
Bruno Capozzi

Bruno Capozzi é jornalista, mestre em Ciências Sociais e editor executivo do OD.

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