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Após integrar parte do sistema do pinguim no Windows para facilitar a vida dos profissionais da área de TI, a Microsoft confirmou recentemente o lançamento da sua primeira distribuição Linux oficial.
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Vale ressaltar que a novidade não chega com a proposta de aposentar o Windows e nem serve para o usuário comum. Chamado de Azure Linux, o sistema minimalista foca em leveza, segurança e confiabilidade e foi criado para rodar projetos na nuvem, ou seja, foi desenvolvido especialmente para uso corporativo em servidores e data centers.
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Como é o Azure Linux?
- O sistema apareceu pela primeira vez em 2021 ainda como projeto interno em andamento, com uma versão de testes divulgada em outubro do ano passado.
- Diferente de outras distribuições do pinguim que também usam o kernel Linux, como Ubuntu e Mint, o Azure Linux não foi criado para rodar em máquinas convencionais.
- A interface gráfica é bem mais simples e o sistema funciona basicamente por linhas de comando no terminal, ou seja, algo muito diferente do que temos hoje no Windows 11.

Após anos de embate com a comunidade defensora do Linux, o sistema também reforça uma nova visão da empresa, que nos últimos anos vem se aproximando mais do mundo open-source.
A nova distribuição é mais um exemplo disso. No lugar de aproveitar alguma versão já pronta e ajustar as pontas aqui e ali, a gigante de software preferiu apostar em algo criado quase zero com código “emprestado” do Fedora, outro nome popular quando o assunto é Linux.
Em coletiva no evento Microsoft Build 2023, Jim Perrin, diretor de programas da Microsoft, explicou que o Azure Linux poderá ser ajustado conforme as necessidades da empresa. “Aplicamos as alterações que precisamos (…) o ecossistema Linux é meio que sobre isso”, concluiu.
Mais informações sobre o Azure Linux estão disponíveis em inglês no site oficial da Microsoft.
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