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O primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, apareceu em um vídeo comendo peixes pescados da costa de Fukushima. O objetivo é provar que o consumo é seguro mesmo após o início da liberação no Oceano Pacífico da água radioativa tratada da usina nuclear de Fukushima. Países vizinhos e até parte da população japonesa questionaram a decisão. A China chegou a restringir a importação de produtos japoneses por receio de contaminação.
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No vídeo, Kishida aparece ao lado de três ministros do governo comendo frutos do mar pescados da região onde está sendo despejada a água radioativa tratada. As informações são da IFLScience.
Ele afirma: “Está muito bom”. E logo depois diz que os produtos são “seguros e deliciosos”.
Veja:
Liberação da água é segura, diz Japão
- O início da liberação da água radioativa aconteceu na última quinta-feira (24).
- O material será descartado no oceano de forma gradual – no máximo 500 mil litros por dia – por meio de uma tubulação subaquática de um quilômetro.
- O procedimento conta com o aval da Agência Internacional de Energia Nuclear (AIEA), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU).
- As autoridades japonesas garantem que o despejo é seguro, uma vez que a água, suficiente para encher 500 piscinas olímpicas e usada para resfriar as barras de combustível da usina de Fukushima, destruída após ser atingida por uma tsunami e um terremoto em 2011, foi totalmente tratada.
- O governo do Japão ainda afirma que a água foi filtrada para remover a maioria dos elementos radioativos, exceto o trítio, um isótopo de hidrogênio que é difícil de separar da água.
Reações da China
- Grupos de pescadores japoneses temem que a liberação da água radioativa prejudique ainda mais a reputação do país e, por consequência, a venda de frutos do mar.
- A China, por exemplo, impôs controles de radiação e proibiu importações de províncias japonesas.
- Os chineses representam o maior comprador de frutos do mar do Japão e essas restrições já provocaram uma queda de 30% nas vendas japonesas para a China.
- As autoridades japonesas, no entanto, consideram a medida ilegal e ameaçaram apresentar uma denúncia à Organização Mundial do Comércio (OMC).
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