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A Unesco, organização das Nações Unidas voltada para área da Educação, publicou nesta quinta-feira (7) sua primeira orientação sobre o uso de IA generativa (GenAI), instando as agências governamentais a regulamentar o uso da tecnologia.
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O que você precisa saber:
- O documento de orientação possui 64 páginas e estabelece diversas diretrizes para o uso da tecnologia nas escolas;
- Entre alguns preceitos está a importância da proteção da privacidade dos dados, bem como a implementação de um limite de idade para os usuários;
- A agência com sede em Paris também visou proteger os direitos dos professores e investigadores e o valor das suas práticas quando utilizam a GenAI.
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Em muitos casos, os governos e as escolas estão adotando uma tecnologia radicalmente desconhecida que mesmo os principais tecnólogos afirmam não compreender.
Estamos lutando para alinhar a velocidade de transformação do sistema educacional com a velocidade da mudança no progresso tecnológico e no avanço desses modelos de aprendizado de máquina.
Stefania Giannini, diretora-geral assistente de educação, à Reuters.
A Unesco sublinhou também a necessidade de currículos de IA sancionados pelo governo para o ensino escolar, no ensino e formação técnica e profissional. De acordo com a Reuters, a organização ainda pontuou que “fornecedores de GenAI devem ser responsabilizados por garantir a adesão aos valores fundamentais e aos propósitos legais, respeitando a propriedade intelectual e defendendo práticas éticas”.

Apesar da orientação servir como “colchão” de apoio e base à IA, a agência não deixou de apelar para a prevenção do uso excessivo, apontando para a privação de oportunidades de desenvolver capacidades cognitivas e sociais mediante observações do mundo real, práticas empíricas como experiências, discussões com outros seres humanos e raciocínio lógico independente.
Vale lembrar que a Lei de IA da União Europeia, uma das primeiras leis relevantes e que possivelmente servirá de guia para outros países, deve ser aprovada ainda este ano. Mais adiantada, a China já divulgou suas regras, por ora aplicada apenas aos produtos voltados ao público.
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