Esses são alguns destaques da edição desta quinta-feira (19):

 OVNIs: governo dos EUA muda o tratamento sobre o assunto

‌O governo dos Estados Unidos tem sido pressionado a ser mais transparente em relação aos OVNIs. Muito dessa pressão surgiu depois que ex-militares testemunharam sobre esses fenômenos no Congresso do país. Diante disso, as autoridades por lá vêm tentando compartilhar mais informações com o público. O que se sabe até aqui? Confira!

Israel x Hamas: União Europeia investiga Meta e TikTok

A Comissão Europeia solicitou formalmente informações à Meta e ao TikTok sobre como as redes sociais estão lidando com o conteúdo que viola as políticas do bloco e a desinformação relacionados à guerra entre Israel e o Hamas. A investigação faz parte da recém promulgada Lei de Serviços Digitais (DSA) da União Europeia (UE), que responsabiliza legalmente as plataformas pelos conteúdos postados nelas. Para falar mais sobre o assunto, recebemos o Artur Igreja, especialista em tecnologia e inovação. 

Leandro Alvarenga tira dúvidas enviadas pelas redes sociais 

Na edição da coluna Seu Direito Digital desta quinta-feira (19), o advogado e colunista do Olhar Digital Leandro Alvarenga respondeu algumas dúvidas enviadas por leitores. Ele explicou qual é a responsabilidade jurídica de redes sociais diante de tanta desinformação sobre a guerra entre Israel e Hamas. Alvarenga falou, ainda, sobre impostos em compras internacionais.

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Adesivo de pele pode substituir injeções e medicações orais

Cientistas da Universidade de Bath, na Inglaterra, criaram um adesivo de pele capaz de fornecer uma dosagem controlada de medicamentos diretamente no corpo. Assim, não são mais necessárias injeções ou a administração de medicação por via oral. A tecnologia foi descrita na revista Biomaterials Advances.

Guerra Israel-Hamas: preço da gasolina vai subir?

A princípio, a guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas não deverá afetar os preços do petróleo e, consequentemente, dos combustíveis no Brasil. Mas se o conflito se estender para outros países produtores de petróleo no mundo árabe, aconteceria uma “tempestade perfeita”. Foi o que disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, nesta quinta-feira (19).

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