A inteligência artificial se integrou às nossas rotinas e não há como voltar atrás. Enquanto alguns especialistas divergem sobre qual o real risco da tecnologia, é consenso que ela pode e deve impactar nas próximas eleições a partir de 2024. Até lá, é improvável que regulações tenham surgido e limitado as consequências a tempo. 

Um dos países preocupados com a presença da tecnologia nas eleições são os Estados Unidos, onde diversos casos de deepfakes eleitorais já foram registrados. Foram divulgados, por exemplo, áudios e vídeos falsos, com aspecto realista. 

Para entender mais sobre esse cenário, recebemos o Jonathan Arend, consultor em cibersegurança. Ele explicou com mais detalhes o que é a deepfake.

A etimologia da palavra, ela nos sugere que os termos deep e fake significam respectivamente. O deep é o profundo, que vem do conceito de deep learning, ou seja, aprendizado profundo, uma das técnicas da inteligência artificial. Já o fake, significa falso. Pensando nisso, esse tipo de técnica, ele é utilizado geralmente para manipular mídias, que são geralmente entendidos por áudios e vídeos e, ele utiliza-se da inteligência artificial para criar conteúdos que são propositalmente falsos e que se assemelham muito à realidade.

Jonathan Arend

Confira a entrevista completa!