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Desde o dia primeiro de janeiro, entrou em vigor a alíquota de impostos que taxa os veículos eletrificados, sejam eles híbridos ou totalmente elétricos, gradualmente, até 35%. Ou seja, os preços devem aumentar para o consumidor.
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Montadoras como BYD, GWM e CAOA Chery produzirão carros eletrificados por aqui, mas isso não vai acontecer no curto prazo.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a ideia é ajudar a desenvolver a cadeia automotiva nacional.
Para falar mais sobre o tema, conversamos com o colunista do Olhar Digital Carlos Mattos. Ele explicou melhor pra gente o que muda exatamente com a volta desse imposto.
A volta desse imposto, na verdade, foi caracterizada por um pedido da Anfavea [Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores] e das marcas que estão estabelecidas aqui como uma medida de protecionismo, essa que é a verdade. O governo, depois de muita pressão, acabou acatando esse pedido e vamos ter impostos de até 35%, claro, de uma forma escalonada, né? Agora, nós começamos com impostos de 10% a partir de julho. Essa essa alíquota vai aumentar – aí então, nós vamos ter o imposto sendo colocado até 35% para quem não produz veículos aqui.
Carlos Mattos
Confira a entrevista completa!