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Uma executiva da IBM afirmou durante um painel no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que governos e empresas não estão preparados para o potencial dos supercomputadores quânticos de destruir a segurança cibernética. A mesa ainda contou com representantes de outras companhias do setor, que apontaram os futuros desafios frente às máquinas até o final da década.
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Ameaça dos supercomputadores
Durante o painel no Fórum Econômico Mundial, Ana Paula Assis, gerente geral da IBM para Europa, Oriente Médio e África, levantou a preocupação de que os computadores quânticos (o “quantum”) vão criar um “Armagedom de segurança cibernética”.
Os supercomputadores abordados no painel compõem uma tecnologia que acelera o processamento e a capacidade de realizar cálculos. Na prática, eles tornam os sistemas de criptografias atuais obsoletos.
A IBM, inclusive, desenvolve tecnologias que são fundamentais para esse universo quântico, que devem chegar até 2030.

O que dizem outros especialistas
A preocupação não é só da IBM. Em 2022, o Senado dos EUA aprovou um projeto de lei para discutir a ameaça dos supercomputadores quânticos em relação à criptografia.
Conforme reportou o TechXplore, outros profissionais que estiveram no painel do Fórum Econômico Mundial também opinaram:
- O CEO da SandboxAQ, Jack Hidary, acredita que as empresas atuais não estão prontas para lidar com as disrupções das máquinas quânticas e o que isso causará.
- Para ele, as empresas sequer sabem como usar essas máquinas a seu favor para resolver problemas centrais.
- Hidary estima que os bancos levarão de oito a dez anos para incorporarem protocolos “pós-quânticos”. No entanto, os supercomputadores já estarão disponíveis entre 2029 e 2030 – e até lá as instituições estão em risco.
- O presidente da ETH Zurique, Joel Mesot, acredita que os Estados devem conseguir regular melhor os computadores quânticos do que como estão fazendo com a IA.