Siga o Olhar Digital no Google Discover
Cientistas fizeram uma descoberta que pode facilitar o combate a diferentes tipos de coronavírus. A partir da exposição de células T ao vírus do resfriado comum, é possível treiná-los para combater também o SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A ideia é desenvolver uma vacina com base na nova descoberta. Detalhes do estudo foram publicados na Nature Communications.
Como células T reconhecem novos coronavírus?
As células T podem reconhecer novos coronavírus, como a Covid-19, através da chamada reação cruzada, uma capacidade de responder a múltiplos patógenos ou antígenos, mesmo que esses sejam diferentes entre si.
Durante a pandemia, descobriu-se que muitas pessoas sem exposição prévia ao SARS-CoV-2 já possuíam células T capazes de reconhecer o vírus, graças à exposição anterior a outros coronavírus, como os do resfriado comum.
A pesquisa busca compreender como as células T protetoras se desenvolvem e por quanto tempo essa proteção persiste. A esperança é que esse conhecimento aprimore a concepção de vacinas mais eficazes contra diferentes tipos de coronavírus, inclusive novas variantes da Covid-19.
Leia mais:
- Proteção contra variantes da COVID-19 pode ganhar dois novos reforços
- O futuro das vacinas pode ser sem agulhas; entenda
- Monitor de ar pode detectar variantes da Covid-19 em cinco minutos
Resultados dos experimentos em camundongos
- Os cientistas realizaram investigações com ratos que produziam as mesmas células T que humanos, infectados com OC43 – coronavírus do resfriado comum.
- Esses animais produziram células T CD4 + “auxiliares” e células T CD8 + “assassinas” que interagiram de forma cruzada com o SARS-CoV-2.
- Logo depois, os ratos foram infectados por OC43 seguido de SARS-CoV-2.
- Os animais expostos ao OC43 tiveram menos infecções por SARS-CoV-2 e redução de danos pulmonares, comprovando a capacidade das células de neutralizar o ataque do vírus.
Nova vacina
A partir dos conhecimentos sobre as células T, o Laboratório Shresta pretende desenvolver uma vacina que pode ser capaz de combater não só a Covid-19, como suas variantes. Para isso, será preciso responder a algumas questões sobre o progresso desse tipo de célula. O professor Sujan Shresta, um dos autores do estudo, explica que um dos próximos passos é realizar experimentos voltados para a reinfecção:
Agora temos o modelo do rato para estudar diferentes cenários de infecção humana, como a situação comum quando uma pessoa foi infectada muitas vezes por diferentes coronavírus do resfriado comum antes de encontrar o SARS-CoV-2.
Sujan Shresta oara o Medical Xpress