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O Alzheimer é uma doença degenerativa e sem cura. Diversos especialistas apontam que a condição se tornou quase uma epidemia nos tempos modernos. Mas nem sempre foi assim. É o que sugerem textos médicos gregos e romanos datados de aproximadamente 2500 anos.
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De acordo com os pesquisadores responsáveis pela análise dos documentos antigos, existem evidências de que o Alzheimer era bastante raro antigamente. Por isso, eles acreditam que o ambiente e o estilo de vida modernos são responsáveis pelo aumento de casos de demência ao decorrer dos séculos.
O sedentarismo e a exposição à poluição do ar foram apontados como os principais agravantes para o desenvolvimento da condição. Os resultados foram publicados na revista Journal of Alzheimer’s Disease. As informações são do UOL.

Relação entre o Alzheimer e a expansão das cidades
- A equipe analisou escritos médicos antigos de Hipócrates e seus seguidores.
- Apesar de catalogar doenças de idosos, como por exemplo surdez, problemas digestivos e tontura, os textos não fazem menções à perda de memória.
- Em geral, os cientistas afirmam que embora poucos, os antigos registros gregos reconhecem que o envelhecimento comumente trazia problemas de memória.
- No entanto, eles sugerem que a população da época tinha apenas um comprometimento leve da cognição.
- Segundo o estudo, nada do que é descrito na Grécia antiga se aproxima de uma perda significativa de memória, fala e raciocínio, como a causada pelo Alzheimer e outros tipos de demência.
- Já durante as análises de textos da era romana foram encontradas algumas menções a sintomas da doença.
- Por exemplo, documentos de Cícero indicam que há uma certa insensatez em idosos que não é comum em todas as pessoas com a mesma idade.
- Há escritores que também sugerem a dificuldade de pessoas mais velhas aprenderem coisas novas e registros de homens que esqueceram o próprio nome.
- Dessa forma, os pesquisadores concluíram que há uma relação entre a expansão das cidades modernas e o aumento de casos de declínio cognitivo.
- Em geral, eles apontam o crescimento dos níveis de poluição e o uso de materiais como chumbo como potenciais gatilhos para problemas de saúde que comprometem a cognição.
- Por fim, a equipe também analisou dados demográficos de uma comunidade indígena que vive na Amazônia boliviana.
- Assim como antigos gregos e romanos, os Tsimane têm um estilo de vida pré-industrial e são muito ativos fisicamente.
- Como resultado, a comunidade tem taxas extremamente baixas de demência: em geral, apenas 1% deles possuem problemas cognitivos quando idosos.