*Por Eduardo Conejo, Gerente Sênior de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung Brasil

As casas inteligentes estão se tornando cada vez mais uma realidade. De acordo com o levantamento global do Mordor Intelligence, que produz relatórios e pesquisas de mercado, este tipo específico de residência registrou um crescimento médio de 25,3% ao ano – entre o período avaliado, que vai de 2022 a 2027 – e deve movimentar US$ 370,95 bilhões até 2029.

Essas moradias, altamente conectadas, fazem uso da inteligência artificial (IA) e de soluções com integração entre dispositivos para transformar a forma como vivemos, proporcionando um nível elevado de conveniência.

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Também conhecido como Smart Home, esse conceito residencial oferece benefícios diversos, incluindo o uso consciente da energia e automatização de tarefas simples da casa, como o que tem sido feito em um dos mais recentes projetos da Samsung para alcançar a nova era da Net Zero Home.

Com tamanha funcionalidade, essas casas conectadas estão ganhando cada vez mais popularidade no mundo. O mesmo levantamento da Mordor Intelligence prevê que o número de domicílios ativos neste mercado alcance 25,3 milhões de usuários nos próximos quatro anos.

Equipada com dispositivos e sistemas ligados à internet, uma casa conectada promove o controle centralizado dos ambientes, permitindo, por exemplo, que uma pessoa ative e ajuste a temperatura do ar-condicionado perto do horário de chegar em casa, ou que ligue o robô aspirador e a máquina de lavar para que a limpeza seja realizada quando estiver fora.

Nesse sentido, a inteligência artificial é aplicada, principalmente, na automatização dessas funções, que são controladas por meio de um smartphone ou tablet que funcionam como um hub central, tornando possível que os dispositivos sejam usados conforme as necessidades e preferências dos moradores. Exatamente por isso, a integração entre dispositivos desempenha um papel fundamental nas casas conectadas.

Exemplo de conexões de casa inteligente (Foto: Samsung/Reprodução)

Com esse ecossistema também é possível, por exemplo, ajustar a iluminação, a soundbar e a televisão da sua sala de estar para que ela esteja adaptada no Modo Cinema ou Modo Game, ambos disponíveis na plataforma SmartThings, da Samsung.

Além disso, em termos de eficiência energética, essa ferramenta oferece o monitoramento do consumo de energia de forma remota, controlando dispositivos de iluminação e eletrodomésticos que podem ser programados para funcionar de forma otimizada em determinados momentos do dia, para economizar energia e reduzir custos a longo prazo.

Uma pesquisa recente encomendada pela Samsung e divulgada na IFA 2023 aponta que 77% dos entrevistados buscam por produtos tecnológicos que ofereçam eficiência energética. Nesse sentido, a funcionalidade de monitoramento de consumo “SmartThings Energy” da plataforma da Samsung é um bom exemplo de uso da automação residencial que utiliza sensores inteligentes para coletar dados sobre o uso de energia do usuário, de forma a identificar oportunidades de economia e mecanismos para a redução do consumo.

Por fim, a segurança e a proteção do usuário também fazem parte das vantagens de uma casa conectada. Pensando nisso, o Samsung Knox, sistema próprio de segurança da Samsung, foi desenvolvido para atuar contra malwares, ataques físicos a dispositivos e subtração de dados, funcionando como um escudo de segurança integrado ao hardware, que conta com ferramentas de proteção do software e criptografia de dados privados.

As casas inteligentes representam uma evolução no modo como habitamos as nossas residências. E com o avanço da Inteligência Artificial, está cada vez mais fácil e confortável aplicar essas soluções para automação, personalização e eficiência energética nos mais diversos espaços residenciais. Nesse sentido, podemos esperar cada vez mais pessoas se beneficiando da possibilidade de transformar o lugar onde moram, e melhorando os seus hábitos por meio de mecanismos que promovem mais conforto e qualidade de vida.