A paralisia facial periférica, também conhecida como Paralisia de Bell, afeta cerca de 40 mil brasileiros por ano. Ela é causada por uma inflamação no nervo facial e é caracterizada pelo súbito enfraquecimento ou paralisia dos músculos de um dos lados do rosto.

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Especialistas alertam que não conseguir piscar os olhos, sorrir ou franzir a testa de uma hora para a outra são alguns dos sinais da Paralisia de Bell. A condição pode ser provocada pelo vírus do herpes, que fica adormecido no corpo.

Quando a nossa imunidade cai por algum motivo, o vírus pode atacar o nervo facial, que controla os músculos do rosto. A inflamação decorrendo causa a interrupção dos impulsos nervosos que fazem os músculos se mexerem, provocando o enfraquecimento ou paralisia.

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Apenas um lado do rosto fica paralisado e pode ser difícil ou impossível enrugar a testa, piscar, fechar o olho e fazer careta. Não há paralisia em outra região do corpo e os músculos mastigatórios não são afetados.

Médicos ainda alertam que não há nenhuma relação entre a doença e um AVC, por exemplo, já que a Paralisia de Bell não afeta o cérebro. As informações são do G1.

Paralisia de Bell não é considerada uma emergência médica

  • Quando a paralisia é parcial, a maioria dos pacientes se recupera por completo, em vários meses, com ou sem tratamento.
  • Tomar corticoides ajuda a diminuir os dias de inflamação.
  • No entanto, na maioria das vezes, o problema desaparece sozinho, sem que seja necessário nenhum tratamento. 
  • Para isso, basta esperar o nervo desinchar.
  • Pela ação do vírus da herpes em muitos casos, pode ser recomendado o uso de medicações contra o vírus.
  • A fisioterapia também pode ajudar.
  • Se a paralisia for total, as recomendações variam e a recuperação pode não ser completa, pois os músculos faciais podem continuar fracos.