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Uma das sequelas do Acidente Vascular Cerebral (AVC) envolve a função motora das pernas e pode deixar os pacientes sem se locomover como faziam antes. Algumas soluções já existem para reabilitar essas pessoas, como fisioterapia e exoesqueletos que imitam o movimento de esteiras.
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Uma nova iniciativa de exoesqueleto age de uma forma semelhante, mas, ao invés de simular o movimento de uma esteira, ele vai ajudar os pacientes a voltar andar naturalmente, no solo.
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Recuperação do AVC
Um AVC acontece quando os vasos que levam sangue ao cérebro se entopem o rompem, provocando uma paralisia cerebral devido à falta de circulação sanguínea no órgão.
Um estudo diz que 40% dos pacientes podem ter perda parcial de movimentos, enquanto 15 a 30% podem ter perda severa.
Como lembra o New Atlas, reabilitar o corpo para corrigir o movimento perdido é parte essencial da recuperação e exoesqueletos robóticos estão simulando o caminhar em esteiras há anos.
No entanto, para Meghan Huber, autora sênior de um estudo da Universidade de Massachusetts Amherst, o objetivo final da reabilitação não é melhorar a caminhada em uma esteira, mas sim a função locomotora como um todo – e no solo.
Pensando nisso, ela e sua equipe desenvolveram o novo exoesqueleto robótico que simula um movimento de caminhada no mundo real.

Exoesqueleto robótico
Apesar de se diferir dos robôs que simulam o movimento das esteiras, o novo exoesqueleto se inspira neles. Veja como funciona:
- O dispositivo é feito de forma personalizada pelo Laboratório de Sistemas de Robôs Humanos, em Amherst, e é preso no quadril e nas coxas do paciente;
- Um atuador em cada articulação do quadril oferece o torque necessário para mover os membros inferiores e um chip Raspberry Pi 4 controla o movimento para se assemelhar a uma caminhada natural;
- Durante os testes, o exoesqueleto robótico foi programado para fornecer forças diferenças sob o quadril, alterando a simetria da caminhada;
- Ele foi testado em cerca de uma dúzia de voluntários saudáveis, com a equipe usando os resultados para melhorar o treinamento da força.

Benefícios para os pacientes de AVC
Embora o exoesqueleto tenha sido testado em um ambiente controlado e não no solo, os pesquisadores já estão desenvolvendo novas configurações para permiti-lo ter aplicações clínicas.
O principal autor do estudo, Banu Abdikadirova, diz que ele pode se integrado à vida dos pacientes de AVC, sendo uma forma acessível de treinar a caminhada natural no dia a dia. Além disso, ele pode ser aplicado durante intervenção precoce do acidente em hospitais.