Há espaço para o uso de inteligência artificial no mundo das finanças? Wall Street parece estar pronta para nos responder. O banco Morgan Stanley nomeou na semana passada o primeiro chefe de inteligência artificial da história da empresa. As informações são da CNBC.

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O banco promoveu Jeff McMillan, um veterano da firma, para orientar a implementação de IA em todos os seus setores, de acordo com um memorando enviado quinta-feira pelos copresidentes do banco, Andy Saperstein e Dan Simkowitz.

O Morgan Stanley já havia se tornado o primeiro banco de Wall Street a abraçar a inteligência artificial no ano passado. A firma começou a prática de criar soluções para funcionários baseada no GPT-4 da OpenAI, um projeto supervisionado por McMillan.

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Morgan Stanley
Imagem: TK Kurikawa/Shutterstock

A inteligência artificial vai conquistando o seu espaço em Wall Street

  • O anúncio do novo cargo de McMillan evidencia a crescente importância da inteligência artificial nos serviços financeiros.
  • Parte desse cenário se dá pela ascensão meteórica de ferramentas generativas de IA que criam respostas semelhantes às humanas às consultas.
  • Embora as empresas de Wall Street tenham reduzido amplamente seu quadro de funcionários no ano passado, elas também competiram para preencher milhares de cargos de IA, roubando funcionários uns dos outros.

“Em sua nova função, Jeff coordenará toda a empresa para garantir que tenhamos em vigor a estratégia e governança de IA apropriadas. Ao fazer isso, ele fará parceria com as unidades de negócios e áreas de infraestrutura para identificar e priorizar oportunidades de IA”, afirma o Morgan Stanley em comunicado oficial.

No ano passado, o banco JPMorgan anunciou que sua diretora de dados e análise, Teresa Heitsenrether, ficaria responsável pela adoção de práticas com IA na firma. Na Goldman Sachs, o diretor de informações, Marco Argenti, é visto como grande defensor do uso de inteligência artificial.

Wall Street
Imagem: Chaay_Tee/Shutterstock