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O Governo Federal já está agindo para estruturar a saúde digital no Rio Grande do Sul no pós-enchente após os danos nos espaços de saúde nas áreas alagadas. Os danos acarretaram perda de serviços, queda na rede de internet e perda de equipamentos.
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Segundo informações da Agência Brasil, quem confirmou a reestruturação foi a secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad.
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“Estamos levando 1,5 mil equipamentos para substituir. Nós conversamos com o Núcleo de Telessaúde da UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul] que já é ativo, mas vamos ampliar o apoio para que eles possam fazer mais ações”, disse.
Haddad alega que os 24 núcleos de Telessaúde de todo o País também darão suporte em articulação com o núcleo do Rio Grande do Sul para oferecer teleconsultas, telediagnósticos e o que for possível. “A Força Nacional está lá para fazer os atendimentos. Uma área que vai precisar no médio prazo e pode ser continuada pelo teleatendimento é a saúde mental”, afirmou.
Saúde digital é cada vez mais essencial aos brasileiros, diz secretária
- A secretária explicou que a saúde digital engloba todas as tecnologias digitais emergentes utilizadas no processo assistencial, de vigilância de pesquisa, do complexo econômico industrial da saúde, mas por processo de atenção e cuidado de maneira abrangente;
- Como exemplo, citou o aplicativo Meu SUS Digital, que está caminhando para ser o prontuário do paciente na palma da mão;
- Com ele, o paciente pode ter acesso a todos os documentos de saúde, como o certificado de vacinação, agendamentos, exames, posição na fila de transplante, medicamentos prescritos e retirados, entre outras informações.
“A população é a razão de ser no caso da transformação digital do SUS [Sistema Único de Saúde]. O esforço que estamos fazendo é para que a população seja um usuário orientado. Então, é pensar a jornada de um usuário do sistema de saúde e como a gente pode desenhar o cuidado integral e continuado com o apoio do digital”, completou Haddad.
