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Análises realizadas em um caixão de chumbo de 1.600 anos que foi descoberto em Leeds, no norte da Inglaterra, surpreenderam os pesquisadores. O artefato remete ao período em que o Império Romano dominou a região (entre 43 e 410 d.C.).
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Duas pessoas foram enterradas no mesmo caixão
- Segundo os cientistas, os primeiros estudos haviam revelado que dentro do caixão estavam os restos de uma mulher de alta posição social.
- Ela possivelmente era uma aristocrata romana, que foi sepultada com um bracelete, um colar de contas de vidro e um anel ou brinco.
- Uma nova investigação, no entanto, identificou a presença de ossos de outra pessoa no mesmo caixão.

Descoberta pode revelar costumes funerários dos romanos
A nova análise revelou que o caixão continha restos mortais de uma criança de aproximadamente dez anos de idade. De acordo com os pesquisadores, a identificação dos ossos foi um trabalho bastante complexo em função do estado fragmentado dos materiais, que ainda estavam misturados.
Outro ponto que reforçou a teoria inicial (de que tratava-se apenas de uma mulher enterrada) foi que nem todos os ossos da criança estão presentes no local. Dessa forma, os especialistas acreditaram que todo o material pertencia a apenas uma pessoa.
Foi a partir de análises mais detalhadas dos ossos que a equipe concluiu que duas pessoas diferentes foram colocadas no mesmo caixão. A datação por carbono indicou que ambos foram enterrados na mesma época, mas a relação entre a mulher e a criança segue sendo um enigma.
A descoberta pode ajudar na compreensão de costumes funerários romanos na Grã-Bretanha. De acordo com o estudo, é provável que o tratamento dado aos mortos pela população da região fosse diferente do que acontecia na cidade de Roma, coração do poderoso Império Romano.