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A medicina hoje permite a realização de cirurgias para substituir partes do nosso corpo. É assim com próteses de mãos, pés, braços e pernas, mas também com corações artificiais, por exemplo. Mas só chegamos até aqui em função de uma invenção do século XV: a mão de ferro mecânica.
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Amputações causadas pelas guerras eram um grave problema
- Os europeus sempre hesitaram em realizar amputações no passado.
- Elas eram vistas como o último recurso e empregadas apenas em casos de alto risco de morte.
- No entanto, alguns médicos daquele período começaram a pensar em uma solução: criar membros artificiais.
- Esta mudança de perspectiva aconteceu em um momento de aumento expressivo no uso da pólvora e das guerras no continente.
- As armas de fogo e artilharia causaram danos até então inimagináveis e forçaram a adoção de novas técnicas.
- Estas operações, por sua vez, foram disseminadas pela recém-criada imprensa.
- As informações são da The Conversation.

Evolução das próteses
Por algum tempo, o uso madeira permaneceu sendo usado na criação de próteses de membros. Mas a partir de colaborações com artesãos uma nova tecnologia surgiu no final do século XV.
A mão de ferro mecânica contava com dedos móveis travados em diferentes posições através de mecanismos internos acionados por molas. Estes dispositivos tinham detalhes realistas, como unhas desenhadas, rugas e até tinta em tom de carne.
Em alguns casos, os dedos só podiam ser movidos juntos, enquanto outros mais avançados permitiam que eles fossem deslocados individualmente. O grande problema era o preço dos materiais, o que fazia que a novidade fosse acessível apenas para quem fosse rico (e até uma marca de status social elevado).
Aos poucos, as próteses começaram a ficar cada vez mais sofisticadas e baratas. Em alguns casos, elas poderiam ser encontradas até mesmo em lojas de artesãos.
Essa inovação é considerada a precursora das mãos biônicas atuais. E é a prova de como a medicina avançou ao longo do tempo a partir de novas tecnologias, mas também pela capacidade humana de criar soluções para problemas considerados (naquela época) insuperáveis.