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Seis estudantes de graduação da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP vão representar o Brasil na maior competição global de drones, a International Micro Air Vehicles Conference and Competition (Imav). Nos dias 16 e 20 de setembro, eles estarão na Universidade de Bristol, no Reino Unido, onde ocorrerá o evento.
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Desta vez, a nova edição do Imav, que acontece desde 2007, vai desafiar os participantes a utilizarem as tecnologias de VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) para apoiar o monitoramento e preservação da biodiversidade.

Tecnologia brasileira vai concorrer em competição internacional
- Os seis estudantes fazem parte do Grupo Semear – Soluções em Engenharia Mecatrônica e Aplicação em Robótica.
- Juntos, eles desenvolveram dois drones chamados Harpia e Carcará, que serão levados para o Reino Unido.
- A Harpia é um drone indoor que usa sensores e inteligência artificial para voar em ambientes fechados, dispensando conexão com GPS.
- O equipamento também possui um conjunto de câmeras com algoritmo de visão computacional para mapear o ambiente e orientar navegação autônoma.
- O drone terá que provar ser capaz de completar um circuito e identificar elementos visuais (representantes de animais) ao mesmo tempo.
- Já o Carcará é projetado especificamente para voos outdoors (ao ar livre), mapeamento de áreas de preservação e detecção de animais. Ele possui câmeras, dois GPS e também utiliza IA.

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Oportunidades únicas e altas expectativas
Para participar do Imav, o Grupo Semear se inscreveu no edital da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) da USP. É a primeira vez que eles concorrem na competição. Além de estarem na disputa, vão apresentar trabalhos e pesquisas na conferência que faz parte do evento.
Vitor Garcia Ribeiro, estudante do 3º ano de Engenharia Mecatrônica da EESC e diretor do Núcleo de Robótica Aérea do Grupo Semear, espera trocar experiências e se atualizar na robótica aérea.
Acredito que nossa participação será crucial para atrair atenção internacional aos projetos de robótica desenvolvidos na EESC, assim como representa uma oportunidade única de aprendizado com a tecnologia e pesquisa estrangeiras.
Vitor Garcia Ribeiro para o Jornal da USP