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Os famosos mamutes foram extintos há cerca de 4 mil anos. A teoria mais aceita é que a diminuição da população destes animais pré-históricos levou à endogamia (acasalamento de indivíduos geneticamente semelhantes) e à falta de diversidade genética. Isso teria deixado as criaturas antigas muito doentes, até o desaparecimento completo da espécie. No entanto, um novo estudo contesta esta visão.
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Últimos dias dos mamutes
- A Ilha Wrangel, na atual Rússia, foi último local habitado pelos mamutes.
- Os animais ficaram isolados no local em função do aumento das temperaturas após o fim da última era glacial e do aumento do nível do mar.
- À medida que a disponibilidade de habitats diminuiu, o mesmo aconteceu com a população.
- Apenas 200 ou 300 indivíduos teriam sobrado na ilha, o que forçou o acasalamento entre eles, causando o problema da baixa diversidade genética.
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O que causou a extinção?
Pesquisadores analisaram 21 genomas de mamutes-lanosos, sendo 14 da população da Ilha Wrangel. Os dados mostraram claros sinais de diminuição da diversidade genética, mas também uma recuperação com o passar do tempo.
De acordo com a equipe, os problemas genéticos eram, em sua maioria leves, e não resultariam na extinção da espécie. Em situações mais graves, as mutações acabavam simplesmente não conseguindo prosperar em função da morte dos animais.
A conclusão dos cientistas é que o desaparecimentos das criaturas não se deu por questões genéticas. Eles acreditam que algum evento aleatório acabou matando a população restante. No entanto, afirmam que, até o momento, não há como saber o que aconteceu. O estudo foi publicado na revista Cell.