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Uma verdadeira revolução na cronometragem está em andamento. Os relógios atômicos estão dando espaço para os relógios atômicos ópticos. E isso pode auxiliar, inclusive, na realização de missões espaciais futuras.
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Relógio atômico quase não atrasa
- Os relógios atômicos usam átomos de césio resfriados a uma temperatura próxima do zero absoluto para medir a frequência de ressonância desses átomos.
- Os mais avançados não atrasam mais do que um segundo de tempo em 300 milhões de anos.
- No entanto, os cientistas perceberam que era possível atingir resultados ainda melhores com o uso de uma rede óptica.
- Dessa forma, é possível medir dezenas de milhares de átomos.
- A rede, neste caso, contém 40 mil átomos de estrôncio a apenas uma fração de grau acima do zero absoluto.
- Com a nova geração de relógios, é possível medir o tempo com uma incerteza de apenas 8,1 partes por décimo de bilionésimo de bilionésimo.

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Potencialidades da nova tecnologia
A incrível precisão dos relógios atômicos está presente em vários aspectos da nossa vida. Eles são usados, por exemplo, no GPS. Agora, as versões ópticas podem aumentar a precisão em pelo menos mil vezes.
Além disso, os relógios atômicos ópticos podem ser usados para estudar a teoria da relatividade. Os cientistas explicam que o aumento na precisão permitiria verificar se as suposições apresentadas até então estão de fato corretas.

Um artigo descrevendo a descoberta aponta que o “relógio é tão preciso que pode detectar efeitos minúsculos previstos por teorias como a relatividade geral, mesmo na escala microscópica. É ultrapassar os limites do que é possível com a cronometragem”.
A tecnologia ainda pode abrir as portas para avanços na computação quântica. E até servirá para que a humanidade possa explorar o sistema solar de maneira mais eficaz.
Os pesquisadores afirmam que, se quisermos pousar uma espaçonave em Marte com maior precisão, precisaremos de medições praticamente infalíveis. E os novos relógios atômicos ópticos representam um grande passo para tornar isso possível.