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Um dos temores relacionados à inteligência artificial diz respeito à criação de vírus de computador mais poderosos e difíceis de serem combatidos. Para provar esta teoria, especialistas em computação usaram o ChatGPT para aperfeiçoar um vírus experimental. O resultado foi preocupante.
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ChatGPT reescreveu o código do vírus
No experimento, foi criado um arquivo que infecta os computadores na forma de um anexo de e-mail. A equipe, então, pediu ao modelo de IA generativa da OpenAI que reescrevesse o código do vírus.
O resultado foi batizado de “synthetic cancer” e considerado um vírus com camuflagem perfeita. Segundo os pesquisadores, ele é capaz de ficar invisível às varreduras feitas pelos softwares de segurança.
No dispositivo da vítima, o arquivo abre o Outlook, escreve e-mails com conteúdos relevantes, usando o ChatGPT, e se anexa às mensagens sozinho. Esses e-mails são enviados aos contatos da pessoa, possibilitando a disseminação do malware para outros computadores.
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IA desconfiou das intenções de alguns comandos
- Os autores do estudo destacam que as mensagens redigidas com a ajuda do ChatGPT são bastante convincentes, o que aumenta as chances de infecção.
- Mas, em alguns casos, o chatbot desconfiou do pedido e não obedeceu aos comandos enviados.
- Mesmo assim, os pesquisadores afirmam que a IA pode ser utilizada para o aperfeiçoamento de vírus e que são necessários novos sistemas para evitar que isso aconteça.
- Ainda observam que “deveríamos estar preocupados” com a situação.
- Os resultados do estudo foram divulgados na plataforma arXiv.