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Apesar de ser uma região inóspita, os Alpes suíços sempre foram um ponto de passagem para civilizações antigas. E alguns pertences perdidos ou abandonados no passado agora estão surgindo à medida que as geleiras estão derretendo, um efeito das mudanças climáticas.
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Materiais precisam ser recuperados antes que se decomponham
- Foram tantas descobertas nos últimos anos que o Museu de História de Valais chegou a criar um espaço para os achados glaciais.
- Mas os pesquisadores têm um grande desafio pela frente.
- Isso porque os materiais são encontrados em pontos onde não há mais nada ao redor que possa oferecer pistas sobre o passado delas.
- Segundo eles, não há um contexto arqueológico para ser analisado.
- Outra dificuldade é a degradação.
- Muitos objetos ficam vulneráveis quando o gelo ao seu redor derrete.
- Por isso, foi criado um aplicativo para que caminhantes ou montanhistas relatem as descobertas.
- Mais de 30 ocorrências já foram descritas no IceWatcher.

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Alguns dos artefatos antigos localizados no local
Uma das descobertas feitas após o gelo desaparecer nos Alpes foi uma estátua de madeira. Segundo arqueólogos, o material data do século I ou II a.C., durante a Idade do Ferro.
Também foram encontradas diversas varas ou bastões feitos de madeira. Algumas são da época dos romanos. A antiga civilização usava os celtas como guias para atravessar as geleiras.
Outra descoberta está relacionada a uma série de pertences de um homem do século XVII. O homem foi descrito como um viajante rico, possivelmente um comerciante. Duas mulas cujos restos mortais foram encontrados nas proximidades poderiam estar carregando suas mercadorias: moedas do norte da Itália e armas da atual Alemanha.

Alguns artefatos podem carregar doenças há muito extintas, como a Peste Negra. Por isso, os arqueólogos precisam ter cuidado e lavar as mãos depois de manusear os objetos.
Pesquisadores já encontraram vírus ativos congelados em geleiras tibetanas e no permafrost do Ártico, com dezenas de milhares de anos. Esses organismos eram pré-históricos e adequados para plantas ou amebas, mas também há patógenos mais recentes, adaptados ao homem, como peste ou varíola, que poderiam ser facilmente preservados no gelo. As informações são do ScienceAlert.