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O número de casos de demência tem aumentado nos últimos anos. Para se ter uma ideia, eram 57 milhões de diagnósticos em 2019. Já para 2050, a previsão é que sejam 153 milhões de casos em todo o mundo. Na contramão dessa tendência, um novo estudo apontou que 14 fatores podem reduzir o risco da condição neurodegenerativa.
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Recomendações podem evitar quase metade dos novos casos
O trabalho envolveu a participação de 27 especialistas. De acordo com ele, se as recomendações forem adotadas, é possível evitar quase metade (45%) dos casos de demência no futuro.
Ainda segundo os pesquisadores, essas medidas podem não apenas reduzir o risco da doença, mas também ajudam a retardar o início dela. Eles ainda destacam que nunca é muito cedo ou tarde para agir. A pesquisa foi publicada na revista The Lancet.
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Iniciativas que podem reduzir pela metade o risco de demência na velhice:
- Manter o corpo em movimento ao longo da vida, evitando o sedentarismo e praticando exercício físico;
- Evitar o isolamento social, mantendo contato físico ou virtual com familiares e amigos;
- Ter uma educação de boa qualidade na infância e se manter cognitivamente ativo na meia-idade (após os 40 anos);
- Uso de aparelhos auditivos, em caso de perda auditiva;
- Reduzir a exposição à poluição do ar, quando possível;
- Buscar evitar o diabetes tipo 2 e, em caso de diagnóstico, seguir o tratamento é indispensável;
- Evitar o tabagismo;
- Evitar o consumo excessivo de álcool (alcoolismo);
- Evitar a obesidade;
- Em caso de depressão, é preciso tratar a condição de forma eficaz;
- Usar capacetes e proteção para a cabeça em esportes de contato e em bicicletas, já que uma lesão cerebral pode ser problemática;
- Tratar casos de pressão alta (hipertensão);
- Tratar quadros de colesterol “ruim” (LDL) elevado;
- Em caso de necessidade, buscar tratamento para perda de visão.