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Uma equipe de cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu um novo tratamento contra o câncer de intestino. O método, que ainda está em fase de testes pré-clínicos, usa nanopartículas.
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Tratamento é considerado promissor
- Os pesquisadores descreveram os resultados como promissores, mas ainda não há uma data para a realização dos primeiros testes em humanos.
- O novo tratamento utiliza o próprio sistema imunológico do paciente para gerar respostas e combater a doença.
- Para isso, uma nanopartícula lipídica ionizável (LNP) carrega uma molécula de mRNA que tem a capacidade de induzir a morte das células do tumor.
- Em outras palavras, o organismo introduzido mata as células cancerígenas, acabando com o câncer.
- Os resultados foram descritos em um estudo publicado no International Journal of Nanomedicine.

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Nanopartícula consegue chegar até as células com câncer
A equipe explica que um dos grandes desafios dos tratamentos atuais é fazer com que a medicação chegue até o local do tumor. Isso acontece porque as células cancerígenas formam um “microambiente tumoral hostil”, o que bloqueia muitas terapias.
Em função disso, os pesquisadores também desenvolveram uma estratégia de normalização do microambiente tumoral, ou seja, a reengenharia do microambiente, tornando-o mais acessível para que a nossa nanopartícula entre no seu interior e para que os linfócitos do sistema imunológico alcancem o tumor.
Quando o tumor se desenvolve, ele cria vasos sanguíneos anormais, e nossa terapia descomprime esses vasos sanguíneos e reduz o depósito de colágeno, possibilitando que os medicamentos entrem mais facilmente nas células.

No momento, o tratamento é realizado em animais a partir de um modelo conhecido como humanizado. Nesses casos, as células cancerígenas e as saudáveis humanas são transplantadas em camundongos, onde os testes são feitos numa simulação do organismo humano.
O próximo passo é buscar fontes de financiamento para realizar a pesquisa oncológica em animais de grande porte. Após esta etapa, será possível iniciar os primeiros testes clínicos com humanos com câncer de intestino.