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Pela primeira vez, uma empresa dos Estados Unidos fora do setor de tecnologia conseguiu atingir a marca de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,5 trilhões) em valor de mercado. A responsável pela façanha é a Berkshire Hathaway, do empresário Warren Buffett, de 94 anos.
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Warren Buffett é dono de uma “fortaleza” de geração de caixa
- Desde o início deste ano, as ações da companhia já subiram mais de 28%, superando o desempenho do S&P 500, principal índice da bolsa norte-americana.
- A valorização é uma consequência direta dos bons resultados financeiros das empresas que fazem parte do conglomerado de Buffett.
- O otimismo com a economia dos EUA, em função do iminente corte da taxa de juros do país, também alavancaram a cotação dos papéis nos últimos dias.
- A Berkshire Hathaway é vista como uma “fortaleza” na geração de caixa e pode gerar renda de forma estável, o que atrai investidores de longo prazo.

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Empresa está fora do setor de tecnologia
Diferentemente das outras empresas que compõe o chamado Clube do Trilhão (Apple, Nvidia, Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta), a Berkshire Hathaway não faz parte do setor de tecnologia.
A maior parte do caixa da companhia de Warren Buffett está em títulos de curto prazo do Tesouro norte-americano: US$ 234 bilhões para ser mais exato, de acordo com o mais recente balanço. O valor é tão alto que a empresa tinha mais títulos desse tipo no período do que o próprio Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano.

Buffett assumiu o controle da companhia nos anos 1960, quando ela era apenas um empreendimento têxtil em dificuldades financeiras. Desde então, a empresa foi diversificando o portfólio principalmente para negócios da chamada Velha Economia, como energia, varejo e setor de seguros.
Atualmente, o conglomerado tem investimentos nos mais diversos ramos, inclusive com uma posição significativa em Apple, que contribuiu para que a holding chegasse a marca US$ 1 trilhão em valor de mercado. As informações são da Bloomberg.