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Uma espécie de chapéu em forma de cone usado pelos antigos egípcios é retratado em diversas pinturas da época. Estes objetos costumam ter o tamanho de uma xícara de café e datam de cerca de 3.300 anos. No entanto, a sua função ainda é um mistério.
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Objetos eram usados pelos egípcios em diversas circunstâncias
- Entre 1550 e 30 a.C., muitas pinturas e esculturas egípcias antigas retratavam homens e mulheres usando pequenos adornos em forma de cones em cima suas cabeças.
- O tipo de atividades que as pessoas faziam enquanto usavam esses chapéus variava muito.
- Algumas imagens mostram os objetos sendo usados em banquetes funerários, enquanto outras apresentam estes ornamentos durante a caça.
- Há ainda representações de pessoas tocando música ou até mesmo de mulheres dando à luz.
- O que dificultava o trabalho dos pesquisadores era o fato de que nunca havia sido encontrada nenhuma evidência física destes objetos.
- Mas isso mudou há alguns anos.

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Estudo dos primeiros objetos encontrados
A análise de dois enterros em cemitérios em Amarna, um sítio arqueológico no Egito, revelou a presença dos cones nos esqueletos. A descoberta provou que os acessórios tinham uma função que ia além da simples estética.
Estudos concluíram que os objetos eram feitos de cera de abelha e que nenhum dos indivíduos encontrados com eles parecia ter sido rico. Em vez disso, seus esqueletos indicavam que haviam sido trabalhadores e haviam morrido devido à escassez de alimentos.

Os arqueólogos ainda não sabem ao certo qual o propósito dos chapéus. Uma ideia proposta anteriormente era que os itens fossem feitos de um tipo de unguento perfumado, ou bálsamo, que liberava um aroma agradável à medida que derretia.
Outra possibilidade é que os objetos tenham ajudado na fertilidade, já que são apresentados em pinturas com Hathor, a deusa da fertilidade. Os estudiosos costumam vincular eles especificamente à sensualidade, sexualidade e noções relacionadas, já que são frequentemente associados em imagens com mulheres, às vezes despidas. As informações são do Live Science.