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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) havia informado a adoção da bandeira vermelha patamar 2 para o mês de setembro (saiba mais clicando aqui). Agora, após uma revisão, anunciou a mudança para o nível 1, o que significa que o aumento na conta de luz dos brasileiros será menor.
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Adicional R$ 4,46 a cada 100 quilowatt-hora (kWh)
- Segundo a agência, houve correção de informações do programa Mensal de Operação (PMO) de responsabilidade do Operador Nacional do Sistema (ONS).
- Com a alteração, a Aneel solicitou a avaliação das informações e o recálculo de dados.
- Além disso, a diretoria da entidade informou que serão “instaurados processos de fiscalização para auditar os procedimentos dos agentes envolvidos na definição do PMO e cálculo das bandeiras”.
- A mudança significa que a cobrança adicional na conta de luz será em um valor menor do que o anunciado anteriormente.
- A bandeira vermelha patamar dois corresponde a um acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
- Já o nível um prevê um adicional R$ 4,46 a cada 100 quilowatt-hora (kWh).

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Aumento da conta de luz é causado pelo cenário de seca
A bandeira tarifária encarece a conta de luz em períodos de pouca chuva e muito consumo de energia com o objetivo de desestimular o desperdício. O dinheiro vai para uma conta específica do governo e pode ser usado em ações para mitigar a crise hídrica, por exemplo.
Esta foi a primeira vez em três anos que a Aneel acionou bandeira vermelha. A última vez que isso aconteceu foi em agosto de 2021, durante uma grave crise hídrica.

O que acontece agora é que o Brasil enfrenta a pior seca da sua história. As usinas hidrelétricas têm sido muito usadas e, em meio ao período de estiagem, com chuvas abaixo da média, os reservatórios esvaziaram mais rápido, o que levou ao acionamento de termelétricas.
De acordo com analistas, a adoção da bandeira vermelha deve ser mantida até pelo menos o mês de novembro. É neste período que se espera que a seca que afeta o país de forma quase generalizada dê uma trégua.