Siga o Olhar Digital no Google Discover
As consequências negativas da poluição do ar para a saúde não são mais uma novidade. A exposição a ela pode afetar os pulmões, coração, ossos, pele e, é claro, o cérebro.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Um novo estudo do Barrow Neurological Institute concluiu que a maior exposição a poluentes presentes no ar que respiramos pode elevar as chances de uma pessoa desenvolver a doença de Parkinson. O risco é maior para moradores de regiões metropolitanas.
A investigação considerou dados de 346 pacientes com Parkinson e mais de 4 mil controles pareados — pessoas com características semelhantes ao primeiro grupo — que participaram do Rochester Epidemiology Project.

Ar poluído eleva risco de Parkinson
- O novo estudo revela que uma maior exposição a pequenas partículas tóxicas presentes no ar está ligada a um risco maior de Parkinson.
- Esse risco é mais elevado entre as populações que vivem em núcleos metropolitanos, ou seja, em cidades maiores e, consequentemente, mais poluentes.
- As chances de desenvolver a doença também foram observadas com maior exposição ao dióxido de nitrogênio (NO₂), gás emitido principalmente por motores diesel e centrais térmicas.
- Quanto mais uma pessoa é exposta às partículas de poluição do ar, maior é o risco de desenvolver sintomas de rigidez e dificuldade em se mover, características da doença de Parkinson.
- Entre as pessoas com Parkinson, um risco maior de discinesia — movimentos musculares anormais — também foi identificado.

Leia mais:
- Poluição do ar no Brasil está muito acima do que deveria
- Saúde: poluição do ar pode causar efeitos mais graves do que se pensava
- Do cérebro aos pulmões: como as queimadas te afetam por dentro
Padrão de emissão de poluentes precisa ser reduzido
Os autores destacam no artigo os resultados da investigação de que, em 2024, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA decidiu diminuir o limite permitido de poluição por partículas pequenas de 12 para 9 microgramas por metro cúbico.
Essa decisão foi tomada porque houve mais provas de que até mesmo níveis mais baixos dessa poluição podem ser prejudiciais à saúde. A nova pesquisa não apenas confirma que essa mudança era necessária, mas também sugere que o limite deveria ser ainda menor para proteger melhor a saúde das pessoas.
A pequisa foi publicada no JAMA Network Open.