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O derretimento acelerado do Ártico é uma preocupação global. Além dos efeitos para os ecossistemas da região, a perda de gelo aumentaria o nível dos oceanos, colocando milhões de cidades costeiras (e suas populações) em risco. No entanto, uma tecnologia chamada geoengenharia pode impedir este trágico futuro.
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Ideia é criar uma camada extra de gelo no Ártico
A startup Real Ice, sediada no Reino Unido, quer usar água do mar para criar uma camada extra de gelo no Ártico. Segundo a proposta, ao final do inverno, uma camada de neve será criada acima da parte congelada, o que servirá para proteger o gelo da radiação solar.

A empresa diz que “restituir o gelo marinho é uma parte crítica da restauração do nosso mundo natural”, e destaca que a ação é semelhante ao reflorestamento da Amazônia. Além disso, afirma que todo o processo seria feito com hidrogênio verde, gerado a partir de energia eólica ou solar, minimizando qualquer tipo de novo impacto ao meio ambiente.
No site da Real Ice, o presidente executivo Simon Woods diz estar “tentando semear uma indústria de cultivo de gelo”. O objetivo, segundo ele, é “proteger comunidades globais e locais dos efeitos drásticos do aquecimento do Ártico e, além disso, ajudar a preservar a biodiversidade natural de um ecossistema essencial”.
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Proposta pode reverter cenário muito preocupante
- A proposta de recongelar o Ártico pode até parecer inusitada, mas chega num momento de enorme preocupação.
- Em 2023, a Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou uma pesquisa revelando que degelo polar na Groenlândia e na Antártida quintuplicou desde a década de 1990.
- No total, foram 7,56 trilhões de toneladas de gelo derretido entre 1992 e 2020.
- No mesmo ano, de acordo com o Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo dos Estados Unidos, o gelo marinho que contorna a Antártida atingiu os níveis mais baixos já registrados.
- Isso mesmo durante o inverno.
- Por isso, cientistas alertam que medidas urgentes são necessárias para reverter esta situação.