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Pesquisadores de Melbourne identificaram mais de 200 novos alvos potenciais para vacinas contra o SARS-CoV-2, o vírus responsável pela COVID-19, que podem resultar em imunidade mais ampla e duradoura do que as vacinas atuais.
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O estudo, liderado pelo Prof. Anthony W. Purcell e pela Dra. Asolina Braun, foi publicado na revista Nature Communications e investiga sete proteínas do vírus como alvos para vacinas inovadoras.
As vacinas iniciais focaram na proteína Spike da cepa original de Wuhan, resultando em vacinas eficazes, mas com limitações, pois o vírus sofreu mutações que reduziram a eficácia dessas vacinas.
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A Dra. Braun ressalta que as vacinas originais priorizavam respostas de anticorpos das células B, enquanto a inclusão das células T pode prolongar a imunidade.
Novas vacinas são necessárias para combater as cepas que surgem
- Os pesquisadores validaram que vários dos mais de 200 peptídeos derivados do SARS-CoV-2 podem ativar respostas de células T em indivíduos recuperados.
- O Prof. Purcell destacou que a colaboração com a Evaxion Biotech permitiu uma mudança no foco, priorizando proteínas virais mais conservadas como alvos para vacinas de próxima geração.
- Dada a persistência da COVID-19 e a proliferação de novas variantes, a Dra. Braun enfatiza a necessidade urgente de desenvolver vacinas que ofereçam proteção contra múltiplas cepas.
“Uma necessidade não atendida permanece para o desenvolvimento de novas vacinas capazes de atingir várias cepas virais e conferir proteção ampla na população global”, disse a Dra. Braun.
O estudo sugere que a próxima geração de vacinas deve combinar imunidade mediada por células B e T, revelando candidatos promissores para esse desenvolvimento.
