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Em breve, veículos teleoperados vão trabalhar na Lua e até em Marte controlados por humanos na Terra. A novidade criada por pesquisadores do laboratório de robótica da Universidade de Bristol, na Inglaterra, permitiria manipular ferramentas virtualmente, otimizando tarefas como coletar amostras ou escavar.
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Um novo sistema de teleoperações foi testado com sucesso no Centro Europeu de Aplicações Espaciais e Telecomunicações da Agência Espacial Europeia (ESA) em Harwell, Oxfordshire.
O que o sistema que controla robôs remotamente pode fazer
- Em uma simulação virtual de um veículo de exploração espacial rover, eles conseguiram manipular um braço robótico para cavar uma amostra de regolito lunar fictício (a camada de poeira e rocha solta que cobre a superfície da Lua);
- O processo anula a necessidade de usar feeds de câmera, que podem sofrer com atrasos de 1,3 segundo nas transmissões entre a Terra e a Lua;
- Os sinais entre os teleoperadores e as missões robóticas na Lua poderiam, no futuro, ser retransmitidos por satélites do projeto Moonlight, planejado pela ESA (já falamos sobre o projeto aqui no Olhar Digital);
- A simulação virtual também incorpora interações “hápticas”. Em outras palavras, ela dá ao usuário a sensação de toque, imitando as propriedades táteis de objetos como se estivessem na baixa gravidade da Lua, por exemplo;
- Isso dá aos teleoperadores uma maior sensação de quanta força podem usar para cavar, ou para levantar uma amostra (mas ainda não funciona para tarefas mais complexas).

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O sistema também pode ser usado para treinar astronautas, dando-lhes uma simulação realista do que esperar. No entanto, antes que isso aconteça, ainda há problemas de confiança a serem superados. A equipe responsável descobriu que o sistema ainda pode ser menos confiável e preciso em algumas situações.
As mesmas técnicas de teleoperação também poderiam ser usadas no futuro para missões de retorno de amostras e exploração para a Marte e outros corpos rochosos, como asteroides.
Com informações do Space