Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Terra era um lugar muito diferente há 3,26 bilhões de anos. Naquela época, havia pouco oxigênio na atmosfera e a vida era bastante restrita. Mas graças ao impacto de um enorme asteroide, alguns organismos começaram a prosperar.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Rocha era muito maior do que o asteroide que matou os dinossauros
- Pesquisadores encontraram evidências da colisão entre a Terra e um asteroide apelidado de S2.
- Esta rocha seria 200 vezes maior do que a que atingiu o nosso planeta no final do Cretáceo, resultando na extinção dos dinossauros e da maior parte da vida na Terra.
- Entretanto, evidências geológicas encontradas no cinturão de rochas verdes de Barberton, na África do Sul, sugerem que o impacto deste asteroide trouxe consequências muito diferentes.
- As descobertas foram descritas em estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Leia mais
- Asteroide que matou dinossauros foi seguido de outro que causou megatsunami
- Asteroide famoso pode conter a chave para quinta força da natureza
- Qual era a velocidade do asteroide que matou os dinossauros?
Devastação criou ambiente para proliferação da vida
De acordo com os cientistas, a colisão desencadeou um enorme tsunami, aqueceu a atmosfera, ferveu a camada superior do oceano e cobriu a Terra com uma nuvem de poeira. A devastação foi imensa, mas amostras de rochas da África do Sul revelaram que os microrganismos foram capazes de superar este desastre.
O impacto do asteroide liberou grandes quantidades de ferro do oceano profundo. Já o tsunami trouxe este material para as áreas costeiras. Ao mesmo tempo, a rocha espacial trouxe fósforo para o nosso planeta, um elemento muito importante no metabolismo dos organismos vivos.

De acordo com o estudo, após o impacto, as bactérias metabolizadoras de ferro teriam prosperado, mesmo que por um curto período de tempo. Isso permitiu que a vida florescesse na Terra.
A equipe encontrou evidências de pelo menos oito impactos, incluindo o do S2, no Cinturão de Rochas Verdes de Barberton, na África do Sul. Agora, os pesquisadores querem ampliar as análises na área para entender melhor outros efeitos destas colisões.