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A Intel não vive o seu melhor momento e o mercado financeiro não estava otimista com a divulgação dos resultados financeiros da empresa no terceiro trimestre do ano. No entanto, os números mostraram que a crise pode ser ainda mais profunda do que se pensava.
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A fabricante de chips registrou um prejuízo líquido de US$ 16,6 bilhões (mais de R$ 96 bilhões) no período, o maior nos 56 anos de história da empresa. O resultado foi muito pior do que a expectativa dos analistas, que previam uma queda de US$ 1,1 bilhão.
Ações da Intel despencaram desde o início do ano
Outros números divulgados também preocupam. A receita da Intel no último trimestre foi de US$ 13,3 bilhões (aproximadamente R$ 77 bilhões), um declínio de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, mas um pouco acima das previsões de Wall Street, de US$ 13,02 bilhões.

Em função deste cenário, investidores estão abrindo mão das ações da companhia. Desde o início do ano, os papéis da Intel já sofreram uma desvalorização de 57%. O resultado vai contra o movimento de subida da bolsa norte-americana, que contabiliza uma alta de 20% no mesmo período.
O que também afasta os acionistas é o fim do pagamento de dividendos. No ano passado, a empresa decidiu interromper os pagamentos em meio ao aumento dos gastos em novas fábricas. Neste ano, o dividendo também está descartado, uma vez que a fabricante de chips quer cortar custos em mais de US$ 10 bilhões para 2025.
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Fabricante de chips vive momento turbulento
- Ao mesmo tempo em que busca aumentar a produção, a Intel vive um período de demissões.
- No total, foram 16.500 funcionários cortados deste o início do ano, um número acima da meta de 15.000 divulgada pela própria companhia.
- E isso também contribuiu para o prejuízo do último trimestre.
- A Intel disse que US$ 2,8 bilhões dos gastos são resultado de indenizações e outros custos de reestruturação, com uma grande parcela do restante proveniente de impostos e baixas contábeis de equipamentos.
- O momento é tão conturbado que surgiram até mesmo rumores de que a empresa possa ser comprada.
- No entanto, fontes ligadas ao setor descartam esta possibilidade.