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Um juiz estadual da Pensilvânia (EUA) permitiu, nesta segunda-feira (4), que Elon Musk continuasse seus sorteios diários de US$ 1 milhão (R$ 5,79 milhões, na conversão direta) para eleitores de estados indecisos que aceitem votar em Donald Trump, apesar das acusações de que o concurso poderia ser “loteria ilegal”, reportou a Reuters.
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O caso envolve campanha pró-Trump de Musk, a America PAC, que iniciou um sorteio em outubro, oferecendo dinheiro a eleitores registrados em sete estados-chave, como Arizona, Geórgia e Pensilvânia, em troca de apoio a causas, como liberdade de expressão e direitos às armas.
O promotor público da Filadélfia, Larry Krasner, entrou com processo para bloquear o concurso, alegando ser ilegal e os pagamentos se configuravam como loteria.

Defesa de Musk negou promoção de loteria
- No tribunal, os advogados de Musk tentaram argumentar que o sorteio não era “loteria”, mas compensação para os eleitores que se tornariam porta-vozes da agenda da America PAC;
- No entanto, durante os depoimentos, um assessor de Musk admitiu que os vencedores eram selecionados de forma não aleatória, contrariando a alegação inicial de Musk de que o concurso seria aleatório;
- A defesa argumentou que a doação era forma legítima de promover direitos de expressão e apoiar a campanha de Trump.
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Apesar do impasse legal, o juiz Angelo Foglietta decidiu que o concurso poderia continuar enquanto o processo seguia e o vencedor final seria anunciado no dia da eleição.
Elon Musk, que já doou US$ 16 milhões (R$ 92,67 milhões) ao America PAC e quase US$ 120 milhões (R$ 695,05 milhões) no total, tem sido forte defensor de Trump, utilizando sua influência para mobilizar eleitores e promover sua plataforma.

Contudo, ele não é o único magnata da tecnologia que apoia Trump. Mark Zuckerberg, Tim Cook, Andy Jassy e até Sundar Pichai estariam ao lado do candidato e ex-presidente. Leia mais nesta reportagem do Olhar Digital.