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A natureza é impressionante, mas também pode ser um pouco estranha. Um novo estudo revela o que está por trás de uma capacidade, no mínimo, bizarra de uma planta. Conhecida como pepino-do-diabo, ela é capaz de lançar a própria casca a dez metros de distância.
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Isso significa que a espécie pode atirar as sementes a uma distância de cerca de 250 vezes o comprimento do próprio fruto. Os pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, foram os responsáveis por analisar e decifrar os mistérios envolvidos nesta técnica.
Planta muda sua inclinação para lançar sementes mais longe
A ciência já sabia que o Ecballium elaterium é capaz de lançar um jato pressurizado para espalhar suas sementes. No entanto, não se sabia ao certo como isso acontecia e quais os benefícios desta ação.
Na nova pesquisa, os cientistas usaram uma técnica chamada videografia de alta velocidade, além de análise de imagens, experimentos de laboratório e modelagem matemática para examinar cada fase do processo de ejeção da planta.

Eles descobriram que à medida que a planta amadurece, o fluido é espremido para dentro do caule, fazendo com que ele endureça e endireite. Isso muda a sua inclinação, permitindo o lançamento das sementes por distâncias maiores.
O trabalho desta que a pressão interna na fruta é tão alta que, uma vez que ela se desprende do caule, o fluido e as sementes dentro da casca são lançados explosivamente em um jato poderoso. As conclusões foram descritas em estudo publicado na revista PNAS.
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Técnica é fruto do processo evolutivo
- Ainda de acordo com os pesquisadores, a capacidade de dispersar sementes é extremamente importante para a sobrevivência das plantas.
- É por isso que a espécie desenvolveu esta técnica ao longo de seu processo de evolução.
- A maneira como o caule é capaz de se reposicionar no ângulo perfeito e criar pressão suficiente para maximizar a propagação é essencial para ajudar a regular a população da planta.
- Esses mecanismos permitem que a espécie evite a superlotação e a competição entre descendentes e outras plantas vizinhas, garantindo uma melhor chance de sobrevivência para a próxima geração.