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A GM informou aos acionistas que registrará duas despesas não monetárias, somando mais de US$ 5 bilhões, em sua joint venture na China. As informações são da Reuters.
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Uma dessas despesas, entre US$ 2,6 bilhões e US$ 2,9 bilhões, está relacionada a custos de reestruturação, enquanto a outra, de US$ 2,7 bilhões, reflete a redução do valor da operação.
A montadora enfrenta dificuldades em competir no maior mercado automotivo do mundo, com montadoras locais cobrando mais e recebendo subsídios governamentais.
GM busca colher lucros no ano que vem
- Parte das despesas está associada ao fechamento de fábricas e otimização do portfólio.
- A GM acredita que a reestruturação permitirá que a joint venture se torne lucrativa em 2025, sem necessidade de mais investimentos.
- Por outro lado, existem analistas que se mostram céticos quanto à viabilidade dessa estratégia.

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As ações da GM caíram 0,5% após o anúncio. A montadora, que faz parceria com a SAIC Motors na China, viu suas vendas caírem drasticamente, com a SAIC-GM vendendo apenas 370.989 unidades nos primeiros 11 meses de 2024, uma queda de 59%. Em comparação, a chinesa BYD vendeu mais de 10 vezes esse número.
A CEO Mary Barra mencionou melhorias modestas nas vendas e participação até o final do ano, mas alertou sobre a difícil situação do mercado chinês.
Analistas destacam que, assim como outras montadoras, a GM enfrenta grandes desafios no país, onde a competição de fabricantes locais e a guerra de preços afetam os resultados.
