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Mustafa Suleyman, chefe de IA da Microsoft, e Sam Altman, CEO da OpenAI, discordam sobre o cronograma, os recursos necessários e as definições em torno da inteligência artificial geral (IAG), refletindo a evolução das estratégias de IA.
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Em declaração recente, Altman afirmou que a IAG pode ser alcançada com o hardware atual. No entanto, Suleyman, em entrevista ao podcast Decoder, do The Verge, expressou ceticismo, apontando que o hardware atual, como as GPUs da Nvidia, não é suficiente para o desenvolvimento da IAG e que a previsão para sua chegada pode se estender por até dez anos.
O executivo da Microsoft acredita que serão necessárias mais gerações de hardware, estimando de cinco a dez anos para alcançar os avanços necessários.
Suleyman explicou sua visão sobre IAG
- Suleyman também fez questão de destacar a diferença entre IAG e o conceito da “singularidade” nas IAs;
- Para ele, a IAG refere-se a sistemas que desempenham bem em ambientes de trabalho humanos, enquanto a singularidade é um conceito de autoaperfeiçoamento que ultrapassa a inteligência humana;
- Suleyman rejeitou a ideia de que IAG, necessariamente, levaria à singularidade, enfatizando a importância de criar sistemas de IA úteis, responsáveis e práticos.

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Por outro lado, Altman ajustou sua visão, sugerindo que a IAG pode surgir mais cedo do que se espera, mas com impacto menor do que o inicialmente previsto. Ele acredita que a transição para a superinteligência será mais demorada e as preocupações com segurança apareceriam apenas nessa fase.
Essas divergências refletem as tensões entre Microsoft e OpenAI, com a gigante dos softwares tentando competir com os modelos da startup do ChatGPT. Apesar da apreensão, Suleyman considera essas diferenças naturais em qualquer parceria.
