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A International Fact-Checking Network (IFCN) refutou a alegação de Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da Meta, de que o programa de verificação de fatos no Facebook, Instagrame Threads se transformou em uma forma de censura.
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A rede global, que inclui organizações, como a agência de notícias AFP, classificou a afirmação de Zuckerberg como “falsa” e fez questão de esclarecer a situação, tanto no contexto atual quanto para o registro histórico.
Essa declaração foi uma resposta às palavras de Zuckerberg, que, ao anunciar o fim do programa nos Estados Unidos, afirmou que ele havia cometido “muitos erros e muita censura” em suas operações de moderação de conteúdo.

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Decisão da Meta preocupa a IFCN
- A decisão da Meta de encerrar o programa de verificação de fatos nos EUA gerou preocupações sobre o impacto global dessa mudança;
- A IFCN alertou sobre as consequências negativas que o fim do programa poderia causar, especialmente em países altamente vulneráveis à desinformação, que pode gerar instabilidade política, interferência eleitoral, violência de multidões e até genocídio;
- A IFCN ainda enfatizou que, se a Meta estender essa decisão para outros países, isso poderá resultar em danos reais, prejudicando ainda mais as tentativas de combater a desinformação em diversas regiões.
A AFP, que trabalha com a Meta em 26 idiomas, faz parte do programa de verificação de fatos, em que mais de 80 organizações ajudam globalmente a verificar informações em plataformas como o Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads.
Nesse programa, conteúdos classificados como falsos são rebaixados nos feeds de notícias, reduzindo sua visibilidade.
Além disso, quando um usuário tenta compartilhar uma postagem falsa, ele é apresentado a um artigo explicando por que aquele conteúdo é enganoso, com o objetivo de reduzir seu alcance e mitigar o impacto da desinformação.
