Siga o Olhar Digital no Google Discover
Mark Zuckerberg criticou o que considera uma tendência nas empresas de se afastarem da “energia masculina”, afirmando que a cultura corporativa tem se tornado “culturalmente castrada”.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Conforme revelado pela Bloomberg, o CEO da Meta expressou que acredita que tanto a energia masculina quanto a feminina são valiosas e devem coexistir nas organizações.
Zuckerberg defendeu a ideia de que, ao criar um ambiente mais equilibrado, as mulheres podem ter mais chances de sucesso, especialmente em ambientes empresariais dominados por homens.
Leia mais:
- Meta encerra programa de diversidade após acabar com checagem de fatos nas redes sociais
- Buscas de como excluir Facebook e Instagram disparam após mudanças na Meta
- Apple ainda não conseguiu fazer as vendas do iPhone 16 decolarem

Críticas a Biden e aliado de Trump
- Ele discutiu ainda sua insatisfação com a pressão do governo Biden sobre empresas de tecnologia, especialmente no que se refere à remoção de conteúdo sobre a Covid-19, o que ele considerou excessivo e prejudicial à confiança pública.
- O bilionário, em declarações que tem se tornado comuns, manifestou apoio a Donald Trump, dizendo que acredita que o ex-presidente deseja o bem dos EUA.
- Ele ressaltou que, ao contrário do governo Biden, que criticou duramente as plataformas de mídia social, o governo Trump foi mais favorável às empresas de tecnologia.
O comportamento de Zuckerberg evidencia o desejo do CEO de se aproximar do próximo presidente dos EUA, já que ele vem elogiando Trump publicamente, doou para seu fundo inaugural, e até nomeou um apoiador-chave para o conselho da Meta.
Essa postura reflete uma série de ajustes na Meta, incluindo uma aproximação com a administração Trump e mudanças nas políticas de conteúdo, alinhando-se com um cenário político em evolução nos EUA.
