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A startup Kidopi está inovando no acompanhamento de pacientes após a alta hospitalar, utilizando inteligência artificial e WhatsApp para oferecer monitoramento contínuo e orientações personalizadas sobre cuidados na área da saúde digital. Com o apoio da FAPESP, a solução usa processamento de linguagem natural, garantindo que os pacientes recebam apoio imediato para monitorar sua recuperação, de forma simples e acessível, sem complicações ou downloads.
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O sistema permite que os pacientes se comuniquem de forma fluída pelo WhatsApp, com respostas instantâneas, como se estivessem conversando com um profissional de saúde. A plataforma é fácil de usar e oferece orientações personalizadas, adaptadas a cada necessidade.
Além disso, a ferramenta ajuda a prevenir complicações, monitorando a recuperação e lembrando os pacientes de tomarem medicamentos ou procurarem ajuda médica se necessário. A solução é gratuita para os pacientes, sendo financiada por hospitais, planos de saúde ou indústrias farmacêuticas, o que amplia seu alcance e acessibilidade.
Acompanhamento personalizado
A solução da Kidopi vai além do acompanhamento pós-cirúrgico, abrangendo pacientes com doenças crônicas, como diabetes, câncer e osteoporose. Ela também oferece suporte contínuo a idosos, promovendo qualidade de vida e prevenindo complicações. “Acompanhamos idosos para garantir um cuidado completo, considerando tanto a saúde física quanto a emocional dos cuidadores”, afirma Mario Sérgio Adolfi Junior, cofundador da empresa.
A plataforma é adaptável, oferecendo orientações personalizadas para cada paciente. Utilizando aprendizado de máquina, cria jornadas de cuidado exclusivas, o que torna o acompanhamento mais eficiente e facilita a adesão. Assim, os pacientes recebem o suporte necessário sem sair de casa, proporcionando mais segurança e conforto.
Esse avanço em medicina digital integra tecnologia ao atendimento, permitindo monitoramento remoto contínuo. Além disso, reduz custos e melhora a gestão do tempo dos profissionais de saúde. “Soluções como a nossa serão essenciais para atender a população envelhecida de forma eficaz e sem sobrecarregar os hospitais”, conclui Adolfi Junior, cofundador da Kidopi.
O futuro da medicina digital
O uso de ferramentas com aprendizado de máquina tem mostrado resultados positivos no acompanhamento remoto de pacientes, oferecendo orientações contínuas e personalizadas. Segundo Mario Sérgio Adolfi Junior, 100% dos pacientes orientados a permanecer em casa não enfrentaram complicações graves, e 75% dos que buscaram atendimento médico realmente precisavam de intervenção.

Os dados mostram que a plataforma contribui para a redução de idas desnecessárias ao hospital, com os médicos recebendo o histórico completo do paciente. Isso melhora a comunicação e garante um acompanhamento mais eficaz.
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Com a expansão para novos mercados e idiomas, é preciso destacar o crescimento da medicina digital. Além disso, o futuro dessa área promete soluções mais acessíveis e eficientes. Assim, plataformas como essa devem se tornar essenciais, oferecendo cuidados contínuos e personalizados. À medida que a tecnologia avança, espera-se que a telemedicina amplie o acesso à saúde e melhore a prevenção.