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Os incêndios florestais sem precedentes que atingem Los Angeles, na costa oeste dos Estados Unidos, desde o dia 7 de janeiro ainda não foram totalmente controlados. As queimadas deixaram 28 mortos e destruíram quase 16 mil estruturas.
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Embora pareça o que o pior já passou, os trabalhos das autoridades do país ainda devem durar bastante tempo. Isso porque analistas afirmam que identificar o que deu início as chamas será um desafio muito complexo.
Qualquer afirmação sobre as causas dos incêndios não passa de mera suposição
- Existem diversas explicações para o que está acontecendo na região.
- Um deles é a falta de chuvas: já são quase oito meses sem precipitações relevantes na área.
- Isso deixou a vegetação extremamente seca e mais propensa a incêndios.
- Além disso, os chamados ventos de Santa Ana, um fenômeno climático que causa rajadas de cerca de 100 km/h, ajudou a espalhar as queimadas, dificultando o combate das chamas.
- No entanto, o que deu início aos incêndios descomunais ainda é um mistério.
- Segundo a agência do governo responsável pelas investigações, não é possível tirar qualquer tipo de conclusão neste momento.
- Em 2023, levou mais de um ano para determinar que linhas de energia danificadas causaram queimadas na região.

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IA será utilizada nas investigações
De acordo com um estudo recente, as autoridades norte-americanas nunca encontram a fonte de ignição de mais da metade de todos os incêndios florestais no oeste dos EUA. Mas a inteligência artificial pode mudar este cenário.
O Serviço Florestal do país firmou uma parceria para utilizar a IA para determinar as causas de queimadas. Um trabalho recente analisou mais de 150 mil ocorrências não resolvidas de 1992 a 2020 nos estados ocidentais e descobriu que 80% dos incêndios florestais provavelmente foram causados pela atividade humana.

Segundo as autoridades norte-americanas, saber o que causa os incêndios é fundamental para prevenir as queimadas e evitar a destruição e a perda de vidas causadas por este fenômeno. As informações são da revista Wired.