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A disputa pelo posto de melhor inteligência artificial do mundo está pegando fogo. O grupo Alibaba acaba de lançar uma IA que promete superar a também chinesa DeepSeek, que tem dado o que falar nos últimos dias.
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De acordo com os dados divulgados, a versão Qwen 2.5 Max obteve resultados superiores aos do Llama, da Meta, e aos do modelo V3, da DeepSeek, em vários testes. A companhia ainda destacou que a ferramenta apresentou o melhor desempenho entre todos.
Aumento da concorrência de IA
O Alibaba Cloud também compartilhou pontuações sugerindo que o seu modelo de IA supera o ChatGPT, da OpenAI, e o Claude, da Anthropic. Em uma publicação no canal oficial no WeChat, a Alibaba disse que o “Qwen 2.5-Max ultrapassa a performance… quase em tudo o GPT-4º [da OpenAI], DeepSeek-V3 e Llama-3.1-405B [da Meta]”.
A versão Qwen 2.5 Max, que não é de código aberto, foi lançada em meio as comemorações do Ano Novo Lunar, principal feriado chinês. A escolha da data mostra que o grupo foi forçado a antecipar o novo produto após os resultados obtidos pela DeepSeek.

Segundo analistas, além de gerar uma enorme pressão nas gigantes de tecnologia ocidentais, o DeepSeek-V3 também impulsionou a concorrência dentro da própria China. Um exemplo disso foi o expressivo corte de preços divulgado pelo Alibaba após o tão comentado lançamento da IA chinesa nos últimos dias.
Junto com a Tencent e a Baidu, o grupo Alibaba tem investido cada vez mais em sua divisão de serviços em nuvem e a decisão de cortar os preços é uma tentativa de aumentar o número de usuários de seus serviços. Este cenário tem ampliado a participação da China no mercado da inteligência artificial.
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DeepSeek está impactando o mercado
- A IA do DeepSeek foi projetada para lidar com tarefas complexas de raciocínio e tem apresentado resultados que vêm surpreendendo o mercado.
- O grande diferencial é o baixo custo da tecnologia, o que pode ameaçar a posição dominante dos principais players.
- Para se ter uma ideia, o modelo chinês foi treinado ao custo de aproximadamente US$ 6 milhões, enquanto ferramentas como o Llama 3.1, da Meta, custaram mais de US$ 60 milhões para serem desenvolvidos.
- A empresa chinesa adota estratégias como o chamado aprendizado por reforço, que permite que os modelos aprendam por tentativa e erro.
- Além disso, ativa apenas uma fração dos parâmetros do modelo para tarefas específicas, economizando recursos computacionais.
- E melhora a capacidade dos modelos de processar dados e identificar padrões complexos.
- A startup ainda adota um modelo parcialmente aberto, permitindo que pesquisadores acessem seus algoritmos.
- Isso democratiza o acesso à IA avançada e promove maior colaboração na comunidade global de pesquisa.