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Após a onda de notícias falsas sobre uma suposta taxação do Pix, o volume de transações voltou a subir na terceira semana de janeiro, se aproximando da média histórica. Foram 1,923 bilhões de transferências entre os dias 16 e 27 deste mês, uma alta de 0,2% em relação ao mesmo período de novembro, segundo o Banco Central.
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O relatório compila dados do dia seguinte à revogação da norma da Receita Federal publicada em 1º de janeiro que aumentaria a fiscalização do Pix. O impacto das notícias falsas sobre a regra é ainda mais visível ao comparar o volume de transações com o mês de dezembro: a queda foi de 13,1%.
Historicamente, no entanto, o último mês do ano tem um patamar maior de movimentações por causa das compras de Natal, férias e pagamento do décimo terceiro salário. Por isso, segundo o BC, a comparação mais apropriada é feita com o mês de novembro.

Entre 1º e 15 de janeiro, as transações recuaram 13,4% em relação a dezembro. Já na comparação com o mesmo período de novembro, a queda foi de 6,7%.
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Desinformação x fraudes
A disseminação de informações falsas sobre o Pix gerou também uma onda de fraudes, com o envio de falsos boletos de cobrança de impostos, além de preços diferenciados entre Pix e outras modalidades de pagamentos por comércios.
Diante da repercussão negativa, a Receita Federal cancelou a instrução normativa, mesmo após diversas tentativas de esclarecer a regra. Na prática, o Fisco buscava monitorar transações feitas por Pix de R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas.

Operadoras de cartão de crédito e instituições de pagamento passariam a notificar a Receita sobre as movimentações mensais que se enquadrassem nesses limites. Bancos tradicionais, cooperativas de crédito e demais instituições financeiras já tinham de repassar esses dados ao Fisco.