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Nos primeiros minutos desta sexta-feira (7), a Lua faz uma “visita” a Júpiter, em um fenômeno conhecido como conjunção astronômica – momento em que dois astros compartilham a mesma ascensão reta (coordenada astronômica equivalente à longitude terrestre).
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De acordo com o site In-The-Sky.org, isso acontece às 0h36 (pelo horário de Brasília), quando a Lua vai passar a pouco mais de 5º ao norte de Júpiter.
Para observadores em São Paulo, por exemplo, o par estará visível entre 19h da quinta-feira (6) à 0h09 de sexta, o que significa que a conjunção em si não poderá ser observada, já que ambos os corpos estarão abaixo da linha do horizonte nesse momento.

De qualquer forma, a diferença é de poucos minutos e, durante todo o período que estiverem acessíveis, eles poderão ser vistos já muito próximos. O par não caberá no campo de visão de um telescópio ou binóculos, mas será visível a olho nu.
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Enquanto a Lua estará em magnitude de -12.3, a de Júpiter será de -2.5, com ambos na constelação de Touro. Quanto mais brilhante um objeto parece, menor é o valor de sua magnitude (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o corpo mais brilhante do céu, tem magnitude aparente de -27.
A Lua iniciou o mês de fevereiro ao lado de Saturno e Vênus. Depois de Júpiter, ela passa por Marte (9). Essa série de conjunções que o satélite faz mensalmente ocorre porque ele orbita a Terra aproximadamente no mesmo plano em que os planetas orbitam o Sol, chamado plano da eclíptica.

Astrônomo registra objeto colidindo com a Lua
Na noite de 8 de dezembro, um astrônomo japonês capturou o momento exato em que um objeto colidiu com a superfície da Lua, gerando um clarão visível. A principal suspeita é que o impacto tenha sido causado por um fragmento do asteroide responsável pela chuva de meteoros Geminídeas, que ocorre anualmente entre os dias 4 e 17 de dezembro.
Daichi Fujii, curador do Museu da Cidade de Hiratsuka, no Japão, registrou o impacto com câmeras de alta velocidade. “Meteoros e bolas de fogo aparecem todos os dias, mas os flashes lunares têm ocorrido com mais frequência”, relatou Fujii no X (antigo Twitter) – saiba mais aqui.