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O lançamento do DeepSeek, modelo de inteligência artificial (IA) desenvolvido na China, definitivamente está dando o que falar nos últimos dias. A IA chinesa abriu uma nova série de oportunidades, mas também tem gerado temores em governantes de alguns países.
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A Austrália, por exemplo, baniu o chatbot de todos os sistemas e dispositivos do governo, alegando motivos de segurança nacional. Já nos Estados Unidos, as restrições ao uso da nova tecnologia podem ser ainda maiores.
Uso da tecnologia seria considerado uma infração
O senador republicano Josh Hawley propôs uma nova lei que prevê penalizar fortemente aqueles que usarem qualquer tecnologia de IA fabricada na China. O objetivo é “proibir os cidadãos dos Estados Unidos de avançar nas capacidades de inteligência artificial dentro da República Popular da China e para outros fins”.
Além disso, o projeto propõe a proibição da importação de tecnologia de inteligência artificial ou propriedade intelectual da China em até 180 dias após a promulgação da lei. Isso significa que qualquer pessoa que use ou distribua a DeepSeek estaria cometendo uma infração.

As punições incluem multas de até US$ 100 milhões (cerca de R$ 580 milhões) para entidades e US$ 1 milhão (R$ 5,8 milhões) para indivíduos. Os infratores também se tornarão inelegíveis para contratos federais, licenças e assistência financeira por cinco anos.
Se o projeto se tornar lei, os cidadãos dos EUA também serão proibidos de realizar pesquisa e desenvolvimento de IA na China, colaborar com entidades chinesas ou compartilhar pesquisas de inteligência artificial com pessoas chinesas vinculadas ao governo, ou aos militares do país asiático.
Leia mais:
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DeepSeek é considerada uma ameaça para outras gigantes do setor
- A IA do DeepSeek foi projetada para lidar com tarefas complexas de raciocínio e tem apresentado resultados que vêm surpreendendo o mercado.
- O grande diferencial é o baixo custo da tecnologia, o que pode ameaçar a posição dominante dos principais players.
- Para se ter uma ideia, o modelo chinês foi treinado ao custo de aproximadamente US$ 6 milhões, enquanto ferramentas como o Llama 3.1, da Meta, custaram mais de US$ 60 milhões para serem desenvolvidos.
- A empresa chinesa adota estratégias como o chamado aprendizado por reforço, que permite que os modelos aprendam por tentativa e erro.
- Além disso, ativa apenas uma fração dos parâmetros do modelo para tarefas específicas, economizando recursos computacionais.
- E melhora a capacidade dos modelos de processar dados e identificar padrões complexos.
- A startup ainda adota um modelo parcialmente aberto, permitindo que pesquisadores acessem seus algoritmos.
- Isso democratiza o acesso à IA avançada e promove maior colaboração na comunidade global de pesquisa.