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A União Europeia está ficando para trás na corrida pela inteligência artificial. A avaliação é do próprio bloco, que não tem conseguido rivalizar com os investimentos pesados e estratégicos dos Estados Unidos e da China no setor.
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No entanto, este cenário agora pode mudar. A presidente da Comissão da UE, Ursula von der Leyen, anunciou um aporte total de 200 bilhões de euros (cerca de R$ 1,2 trilhão) no European AI Champions Initiative, um programa que prevê o fortalecimento de empresas de IA no continente.
Tecnologia pode impulsionar crescimento europeu
A promessa foi feita nesta terça-feira (11) durante a Cúpula de Ação de Inteligência Artificial, que está sendo realizada em Paris, na França. Von der Leyen afirmou que o objetivo do investimento é tornar a Europa um centro de IA mundial.

Segundo ela, isso significa adotar um modo de vida em que a tecnologia esteja em toda parte. A representante da Europa salientou que a inteligência artificial aumentará a competitividade europeia, impulsionando o crescimento do continente.
“Estamos fazendo isso por meio de nossa própria abordagem europeia – baseada na abertura, cooperação e excelente talento”, disse ela. A presidente da Comissão da UE ainda destacou que a corrida da IA está longe de terminar e que o bloco pode superar a China e os EUA.
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União Europeia pretende lançar seu próprio modelo de IA
- O programa European AI Champions Initiative visa ajudar a “turbinar” a construção da infraestrutura necessária para treinar modelos complexos de IA dentro do bloco.
- Esses investimentos também devem possibilitar que o continente lance modelos populares de chatbot, como o ChatGPT e o DeepSeek, por exemplo.
- A UE foi uma das primeiras a introduzir regulamentações abrangentes sobre inteligência artificial, inaugurando a Lei de IA no ano passado.
- No entanto, o ambiente regulatório do bloco é alvo de críticas, sendo classificado como “censura autoritária”.