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Após a repercussão negativa, o Departamento de Estado dos Estados Unidos removeu a previsão de gastos de US$ 400 milhões em novos veículos elétricos blindados da Tesla, informa o jornal New York Times. A empresa é controlada pelo bilionário Elon Musk, um dos maiores apoiadores do presidente Donald Trump, e que chefia o Departamento de Eficiência Governamental dos EUA.
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A compra foi autorizada pelo governo Joe Biden e constava em uma lista publicada em dezembro do ano passado. A denúncia foi feita inicialmente pelo site independente Drop Site News na última quarta-feira (12).
Em um primeiro momento, a lista citava nominalmente a Tesla como a principal beneficiária da aquisição. No mesmo dia, no entanto, o documento foi “silenciosamente” editado para informar que a lista citava de forma genérica a compra de “veículos elétricos blindados”, como relata a NPR.

Segundo a imprensa internacional, o possível contrato envolveria a aquisição do Cybertruck de aço inoxidável da Tesla, o modelo mais caro da montadora. A mesma lista prevê gastos de US$ 40 milhões para carros blindados BMW X5 e X7.
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O que dizem os citados?
Pelo X, Elon Musk respondeu à publicação da notícia e escreveu “fake news”. Depois, comentou: “Tenho quase certeza de que a Tesla não vai ganhar US$ 400 milhões. Ninguém mencionou isso para mim, pelo menos”.

À Forbes, um porta-voz do Departamento de Estado disse que “não há planos atuais” para fechar o acordo no valor citado, e que a previsão “deveria ter sido uma entrada genérica de ‘fabricante de veículos elétricos‘”, sem mencionar a Tesla.
A situação colocou lenha na fogueira após uma reportagem do New York Times apontar que as empresas de Musk obtiveram US$ 13 bilhões em contratos do governo federal nos últimos cinco anos.