Siga o Olhar Digital no Google Discover
O consumo diário de cafeína pode reduzir significativamente o volume de massa cinzenta no cérebro humano. A conclusão faz parte de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Basel, na Suíça.
Ofertas
Por: R$ 123,20
Por: R$ 250,00
Por: R$ 1,82
Por: R$ 89,90
Por: R$ 52,07
Por: R$ 298,00
Por: R$ 475,87
Por: R$ 235,28
Por: R$ 36,22
Por: R$ 727,20
Por: R$ 27,81
Por: R$ 71,99
Por: R$ 178,49
Por: R$ 174,69
Por: R$ 198,99
Por: R$ 4.299,00
Por: R$ 203,92
Por: R$ 179,00
Por: R$ 209,90
Por: R$ 166,19
As descobertas não sugerem que a substância tenha um impacto negativo, mas apontam para como ela pode induzir uma plasticidade neural temporária. Isso significa que maiores pesquisas precisam ser realizadas no futuro.
Impactos ao cérebro
- Nosso cérebro e sistema nervoso central são geralmente compostos de substância cinzenta e branca.
- A primeira consiste em corpos celulares neurais e sinapses nervosas, enquanto a segunda é composta por feixes e caminhos que conectam essas células neurais.
- Pesquisas anteriores indicaram que o consumo de cafeína pode estar associado a reduções agudas no volume de massa cinzenta.
- Mas outros trabalhos sugeriram que a substância pode conferir efeitos neuroprotetores, retardando o declínio cognitivo associado a doenças como Alzheimer e Parkinson.
- O foco desta pesquisa específica foi investigar os efeitos do produto no volume de massa cinzenta em indivíduos jovens e saudáveis.
- As conclusões foram descritas em estudo publicado na revista Cerebral Cortex.

Leia mais
- Cafeína pode diminuir gordura corporal e chances de diabete
- Café faz bem ou faz mal? Veja o que diz a Ciência
- Aqui está o motivo para você adoçar — ou não — o seu café
Cafeína não causa problemas ao sono
No total, vinte pessoas participaram de uma série de experimentos por um período de dez dias. Elas foram dividas em dois grupos: o primeiro tomou três comprimidos de cafeína por dia, enquanto o segundo recebeu placebo.
Ao final do trabalho, o volume de massa cinzenta dos participantes foi medido por meio de fMRI e a atividade do sono de ondas lentas foi medida por meio de EEG. Os resultados revelaram reduções significativas na massa cinzenta após o uso diário de cafeína.

Por outro lado, os pesquisadores não identificaram diferenças na atividade do sono. Isso sugere que as reduções de massa cinzenta detectadas não estão relacionadas a interrupções do sono, mas talvez a um efeito colateral único da cafeína.
O efeito da cafeína no cérebro foi observado como particularmente relevante no lobo temporal medial direito. Esta área do cérebro inclui o hipocampo e é responsável por processos como a formação da memória e a cognição espacial.